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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Agenda Andergraunde - 05/12 a 08/12

Voltamos com nossa agenda de eventos alternativos/independentes para esse fim de semana. Se liga que tem muita coisa bacana pra rolar em BH!


***Para mais informações sobre os eventos, clique nas imagens ou nos links***

QUINTA N'A OBRA com THE JUNKIE DOGS e TEACH ME TIGER - 05/12, às 22h - $10
Começando por hoje, às 22h, o bar dançante A Obra recebe o duo brasileiro/belga de trip-hop Teach Me Tiger e os roqueiros mineiros do The Junkie Dogs. Rolé barato e bem bacana pra começar o fim de semana no gás!


O TERNO (SP) E DEAD LOVERS TWISTED HEART (MG) - 06/12, às 22h - $15 e $30
Na sexta-feira é a vez de uma das bandas mais bombadas do novo rock nacional. Trata-se dos paulistas d'O Terno, que traz seu rock irônico, inteligente e bem-humorado para o palco do Granfinos, no bairro Santa Efigência. O show de abertura fica por conta dos locais Dead Lovers Twisted Heart.


SHOW ROCK com ROCK D'LA RUA - 07/12, às 15h - 0800
O Centro Cultural Salgado Filho, localizado no bairro de mesmo nome, na região oeste de BH, recebe no sábado o trio Rock D'La Rua. A banda traz em seu repertório temas que falam da política, passando pela psicodelia e indo até o romantismo. O show é gratuito, portanto cola com a gente nesse rolé!


Show com as bandas BROKEN BOW, NEVERDEAD, DEL JACK e CORDILHEIRA - 07/12, às 17h - $12 e $15
Mais tarde no sábado, no Matriz, tradicional antro alternativo de BH, quatro bandas vão dividir o palco com rock de boa qualidade! A Broken Bow é uma banda de Rock que mistura do clássico ao alternativo, já o heavy metal dá o tom no som do Neverdead, o Del Jack vem com o melhor do Rock'n'Roll e a Cordilheira com releituras rock and roll de clássicos da MPB.


Decadence Avec Elegance - 08/12, às 15h - $10 e $15
No domingo vai rolar mais uma tarde/noite agradabilíssima no Matriz Casa Cultural. Shows com as bandas Valsa Binária, Zonbizarro, King Size Box e The Us, além dos Dj's Dáblio (!Slama), Robert Frank (Pelos) e Rogério Marcus (Decades). Mais um bom evento com preço camarada que a galera do Andergraunde também estará presente!


Sabe de algum ótimo evento em BH e região (tem que ser alternativo/independente!) e quer indicar? Esteja à vontade! Vamos incluir na nossa agenda! (Podem ser eventos das próximas semanas também!) - mandem no contato@andergraunde.com ou no Facebook.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Porcas Borboletas


Depois de muita preguiça preparação para escrever esse post, finalmente falaremos de uma das bandas mineiras mais inventivas e divertidas dos últimos tempos. Fiquem com o som dos(as) Porcas Borboletas!


Formada há quase 15 anos em Uberlândia, principal cidade do Triângulo Mineiro, a banda Porcas Borboletas esbanja criatividade mesmo com tanto tempo de carreira. O time é formado por Vi - bateria, Chelo - baixo, Ricardim - barulhos, Moita - guitarra e voz, Danislau - voz e guitarra, Banzo - voz e violão.


"Um carinho com os dentes", disco de estreia do grupo, veio em 2005, já mostrando um som expressivo com letras bem escritas, no bom e velho português brasileiro. Ironia, piada, simplicidade e poesia dão o tom aqui (e nos discos seguintes). Entre as canções do álbum, um poema de Arnaldo Antunes: Eu, musicado pela banda. Destaque também para o refrão marcante e ironicamente feliz de Lembrancinha, para a "romântica" Cerveja e para a "cívica" Tarde na Escola. Com o lançamento do primeiro disco, a banda saiu por aí, tocando em diversos festivais independentes pelo Brasil e em outros países, como Inglaterra e França.


Quatro anos depois, veio o disco seguinte. "A Passeio" traz uma parceria com Clarah Averbuck e participações de Leandra Leal, Arrigo e Paulo Barnabé. A qualidade da banda é reconhecida pela revista Rolling Stone Brasil, que elege Menos como uma das 25 melhores músicas nacionais lançadas no ano de 2009. Já a canção Nome Próprio vai para o cinema como tema do filme de mesmo nome, dirigido por Murilo Salles e ganhador do prêmio de melhor filme no Festival de Gramado naquele ano.


Esse ano saiu o terceiro disco da banda, chamado "Porcas Borboletas". Para conhecer o disco novo, leia a "Resenha porca", escrita pelo Thiago.

Uma das características mais marcantes da banda não está exatamente nos discos, mas nas apresentações ao vivo. Os integrantes incorporam espíritos inquietos, se entregam ao momento e se jogam (às vezes, literalmente). Fato é que nenhum show jamais será parecido com o anterior ou com o seguinte - e falo por experiência própria, já devo ter visto uns 4 aqui em BH.

*** O post ficou tanto tempo aqui no rascunho do blog, que os Porcas já até lançaram um clipe novo! A faixa escolhida é Todo mundo tá pensando em sexo, do disco mais recente da banda. Confiram aê a sensacional interpretação dos integrantes:




__________________________________

Site oficial: porcasborboletas.com.br
Facebook: PorcasBorboletas
Twitter: @osporcas
Youtube: Porcas vídeo


Download dos discos:
Porcas Borboletas - Um Carinho com os Dentes (2005) (Se não der certo, tente esse outro link)
Porcas Borboletas - A Passeio (2009)
O disco novo está disponível no site oficial da banda. Só cadastrar seu nome, e-mail e cidade e o download é liberado!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Agenda Andergraunde: 04/07 a 07/07

O fim de semana em Belo Horizonte tem psychobilly, reggae e muito rock 'n roll. Se liga na Agenda Andergraunde.


04/07, às 22h - QUINTA n’A OBRA!: A quinta-feira começa animada no bar dançante A Obra com shows de VÔ DIDDLEY e DRUNK DEMONS, apresentando boas doses de psychobilly e rock 'n roll. Uma banda com dois caras – Guinorant (guitarra) e Claudão Pilha (bateria e voz) - essa é a mistura explosiva do Vô Diddley, que fazem versões envenenadas de músicas de Bo Diddley e The Cramps. Banda residente da Região metropolitana de Belo Horizonte, o Drunk Demons tem como proposta tocar um psychobilly rápido e abordar temas bizarros em suas letras.
Vô Diddley (clipe)
Drunk Demons (Facebook)


05/07, às 21h - MANIFEST: Shows das bandas MELZBETH (Alt Metal), COFFINFEEDER (Death Metal), BARRIKAADI (D-Beat Punk) e EFEITO ANARCOTIZANTE (Anarco Punk).
Mezbeth (TNB)
Coffinfeeder (Facebook)
Barrikaadi (Palco MP3)
Efeito Anarcotizante (MySpace)


06/07, às 22h - REGGALIA A festa de 6 anos do projeto Reggalia apresenta o grande destaque do reggae mineiro, CELSO MORETTI & BANDA BARRACO DE ALUGUEL.
Celso Moretti (Facebook)


06/07, às 14h - 1º Knife Party Festival: Evento em homenagem a Chi Cheng, baixista dos Deftones, morto em abril desse ano após ter passado vários anos em coma devido a um acidente ocorrido em 2008. Shows com as bandas ADRENALINE (cover de Deftones), INKBLOTT, NU THEORY E SÉTIMA. Além disso, vai rolar sorteio de um contra-baixo! Saiba como participar no evento do Facebook.



06 e 07/07, às 15h - FESTA DOS PEIXES ESTRANHOS: A festa que começou com a reunião de duas bandas em uma casa de show em 2010, ganha cada vez mais adeptos. No primeiro dia de festa os shows são das bandas: NEM SECOS, PELOS, QUASE COADJUVATE e FESTIM. No dia seguinte, quem comanda a festa são: THE US, !SLAMA, ALDAN e LUÃ LINHARES. Pro som não parar, DJ Lo estará nas pick-ups no sábado e o DJ Uncle Shao no domingo.
Nem Secos (MySpace)
Pelos (Site)
Quase Coadjuvante (Site)
Festim (TNB)
The Us (TNB)
!slama (Site)
Aldan (Facebook)
Luã Linhares (Soundcloud)


Quer ter o seu evento divulgado em nossa página? Envie-nos um email com a descrição do evento + flyer para contato@andergraunde.com ou Inbox no Facebook.

Curta e compartilhe o post! Chame seus amigos para os eventos e ajude a manter o som das bandas cada vez mais vivo!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Resenha porca sobre Porcas Borboletas

[Tá postado como Daniella mas o texto é do Thiago!]


No dia 26 de junho, o bando das Porcas Borboletas lançou o terceiro (e homônimo) disco, dando fim a ansiedade dos fãs, que já durava 4 anos.


A faixa de abertura, 'David Bowie', vem bradando um amor desencontrado, travestida em um rock com uma linha marcante de cordas.


'Todo mundo tá pensando em sexo' é auto explicativa, com direito a conselhos (ou seria um convite?) de Danislau e cia a respeito da atividade física mais prazerosa da vida humana e não humana.

Uma série de experiências frustradas marcam a existência do personagem cantado em 'Tudo que eu tentei falhou', aliás, a fala se repete em 'Festa Terror', que mostra mais uma tentativa sem sucesso por parte do rapaz (?) em busca de diversão.

Duas coisas já feitas pela banda voltam a aparecer nesse disco: um poema musicado - agora é a vez de Paulo Leminski com 'Only Life' - e uma citação ao patrão Silvio Santos na faixa 'Valéria', como ocorrido na música 'Estrela Decadente', presente no segundo disco da banda. São fatos bastante isolados, é verdade, mas a vale a pena ressaltar.

Como sempre, não há censura com as palavras. Essa característica ajuda a montar a personalidade da banda, e aqui pode ser vista na profética 'Fim do Mundo' e na conformada 'Infelizmente'.



As duas últimas músicas finalizam o ótimo disco de forma bem dançante e animada. 'Giro' traz raiva e excitação, ódio e desejo, em uma conversa curta e em tom de despedida com retorno marcado. Enquanto isso, 'Wellington' tem uma letra meio maluca que até parece um diálogo de um casalzinho infanto-juvenil com direito a diminutivo, xingamentos bobos e apelidinho para sei lá o quê (whatafuck is Pericleto? Haha), fechando os trabalhos com um ritmo convidativo a palmas e backing vocal do ouvinte.



Mais um disco de rock divertido com muita loucura e experimentalismo, resumindo, mais um trampo foda de uma banda cada vez mais foda. Dá-lhe Porcas!



Baixe o disco!
O álbum está disponível no site oficial da banda. Só cadastrar seu nome, e-mail e cidade e o download é liberado!

domingo, 19 de maio de 2013

Queens of the Stone Age - ...Like Clockwork

Um dos discos mais esperados do rock alternativo nos últimos anos vazou na interweb. Os americanos do Queens of the Stone Age, que não lançavam um novo trabalho desde 2007, escalaram um timaço de convidados especiais, se trancaram no estúdio e finalmente 'nos apresentaram' o sucessor de "Era Vulgaris".


A espera pelo novo trabalho da banda foi longa, 6 anos, e isso causou uma enorme expectativa aos seguidores do Queens of the Stone Age. O barulho aumentou quando as participações especiais foram anunciadas e um disco épico começou a ser desenhado na imaginação dos fãs. Os convidados são Sir Elton John, Trent Reznor (Nine Inch Nails), Alex Turner (Arctic Monkeys), Jake Shears (Scissors Sisters), Broddy Dale (Distillers), James Lavelle, além de Dave Grohl (Foo Fighters), Nick Oliveri, Mark Lanegan e Alain Johannes, integrantes que fizeram parte de um dos melhores álbuns e também o mais conhecido da banda, "Songs for the Deaf".


Produzido pela própria banda e intitulado como "...Like Clockwork", o disco traz 10 faixas bem diferentes e que pouco lembram o que o QotSA já havia feito anteriormente. Abrindo os trabalhos de forma soturna e arrastada, 'Keep Your Eyes Peeled' vem com uma boa base de baixo e bateria feita por Michael Schuman e Joey Castillo, que mesmo tendo saído da banda no fim do ano passado, deixou sua marca em três músicas. "I Sat by the Ocean" é um rock com os riffs característicos do grupo e poderia se encaixar facilmente em outros álbuns como "Rated R" ou "Era Vulgaris" ou até mesmo em algum registro do Eagles of Death Metal, projeto paralelo de Homme com o loucão Jesse Hughes. O clima volta a ser sombrio com "The Vampire of Time and Memory", uma balada em que o piano se destaca e te convida a curtir a viagem de olhos fechados, sem se preoucpar com mais nada. É também a primeira das seis músicas em que Dave Grohl assume as baquetas. Aliás, em todo o disco a bateria aparece tímida, sem a mesma 'violência' e voracidade dos tempos de "Songs for the Deaf".



Depois de sonhar acordado, o momento dançante de "...Like Clockwork" é garantido com "If I Had a Tail", que ainda tem as vozes de Turner, Oliveri e Dalle no finalzinho. Primeiro single do disco, "My God Is the Sun" teve sua estreia mundial em terras brasileiras, durante o festival Lollapalooza em março e foi muito bem recebido pelo público presente. Pode ser apenas uma maluquice da minha mente doente, mas essa faixa lembra os tradicionais ritmos indígenas, talvez pelas suas maracas/chocalhos e pelo andamento em certa parte da música, além do nome ser bastante sugestivo. Outro ponto a se destacar na canção de número 5 é o trio de guitarras que confere o peso necessário para o bate cabeça. Dando sequência, "Kalopsia" é definitivamente a mais viajada do álbum, começa calma e lenta, cresce no refrão e fica tensa e pesada. Seria a música perfeita para que Mark Lanegan soltasse sua voz grave e rouca, mas não aconteceu. Em compensação, a faixa ganha a presença de Trent Reznor, frontman do Nine Inch Nails. A variada "Fairweather Friends" é o registro que mais teve participações, nada menos que 4 convidados: Reznor e Oliveri repetem a dose, Lanegan e Elton John complementam a gravação.



"Smooth Sailing" tem cara de single com uma pontinha no pop e traz a voz aguda de Jake Shears, líder do Scissor Sisters, ajudando a caracterizá-la como tal. Uma das melhores músicas do disco ficou para os finalmentes... "I Appear Missing" é daquelas de embrulhar o estômago e deixar o cérebro confuso, seja pela música em si, pela letra ou pelo clipe. Baixando as portas do buteco, a faixa que dá nome ao disco se inicia com voz e piano, fazendo com que o disco se encaminhe para o seu fim de forma tranquila, mas o clima sombrio persiste com o aviso de Josh Homme: "Uma coisa é clara: é tudo ladeira abaixo a partir daqui."



O balanço final é um trabalho onde o QotSA dá uma notória desacelerada em seu som, porém, a banda mantém o seu altíssimo nível. As participações ocorreram de forma muito comedida, às vezes até imperceptíveis. A respeito dos clipes, vale a pena conferir os vídeos que o QotSA vem soltando no decorrer dos dias, são animações bizarras que casam bem com a profundidade das canções. Como dito no começo deste texto, a esperança era por um disco épico. Pois bem, não aconteceu, mas está a léguas de distância de qualquer desapontamento.


Download - Queens of the Stone Age - ...Like Clockwork (2013)

terça-feira, 16 de abril de 2013

Camisa de Vênus, o genuíno rock nacional

Conhecido como um dos maiores ícones do rock nacional de todos os tempos, o Camisa de Vênus surgiu na década de 80 em Salvador com um som contestador e uma postura que os diferenciava das outras bandas da época. Influenciados por Raul Seixas, The Clash, The Who, dentre outros, os baianos cutucavam a ferida da Censura e do público mais conservador daqueles anos com letras inteligentes, irônicas e polêmicas. Aliás, o próprio nome da banda já era polêmico. As pessoas que ouviam o som dos caras diziam que era barulhento e incômodo, daí o vocalista Marcelo Nova decidiu nomear o grupo com o 'apelido chique' da famosa camisinha, que ele julgava ser tão incômoda quanto o seu som.


Na primeira e clássica fase do Camisa de Vênus, que durou de 1982 a 1987, foram lançados x discos e inúmeros sucessos, como 'Bete Morreu', 'Deus Me Dê Grana', 'Eu Não Matei Joana D'Arc', 'Hoje', 'Simca Chambord', 'Silvia Piranha', 'Só o Fim', dentre outros. Sempre mesclando elementos do punk rock, rockabilly, blues e um pouco de experimentalismo, a banda mobilizava grandes públicos para suas apresentações e o grito de "Bota pra fudê" sempre marcou presença nos shows.


Em 1995, três dos cinco integrantes da formação original decidem retomar as atividades da banda com uma série de shows que resultou na gravação do álbum ao vivo, "Plugado!", que teve uma boa repercussão. Um ano mais tarde, o Camisa de Vênus lançou mais um disco de inéditas. "Quem é Você?" contou com as participações especiais dos Raimundos na faixa 'Essa Linda Canção' e de Eric Burdon, vocalista do The Animals, no cover do clássico 'Don't Let Me Be Misunderstood'. Depois de mais uma separação, ainda houveram três reuniões: em 2004, em 2007 e em 2009, essa última sem o vocalista Marcelo Nova, que atualmente vem tocando sua carreira solo.


Baixe os discos do Camisa de Vênus!


Álbuns de estúdio
Camisa de Vênus (1983) Clique aqui para download / Link alternativo
Batalhões de Estranhos (1985) Clique aqui para download / Link alternativo
Correndo o Risco (1986) Clique aqui para download / Link alternativo
Duplo Sentido (1987) Clique aqui para download / Link alternativo
Quem é Você? (1996) Clique aqui para download / Link alternativo


Álbuns ao vivo
Viva! (1986) Clique aqui para download / Link alternativo
Plugado Ao Vivo (1995) Clique aqui para download / Link alternativo

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Resenha - Cachorro Grande em BH

Na última quinta-feira (04), os gaúchos da Cachorro Grande desembarcaram na casa de shows Granfinos, em Belo Horizonte, para se apresentarem em um evento da cerveja que "desce redondo", que contou ainda com a presença da boa banda mineira Pequena Morte, além de DJ, grafite e intervenções teatrais pra lá de malucas. Aproveitei a noite agradável para tomar algumas brejas e curtir o rock 'n roll da gauchada, que contaremos como foi pra vocês.


Entrei na casa por volta das 23h30 e já havia um bom público curtindo o ska da Pequena Morte, banda que abusa das onomatopeias em suas canções (fator que faz com que minha namorada e colega de blog, Daniella Salles, ame o grupo de paixão. Só que não. Hehe). Faixas como 'Bom', 'Pouco a pouco' e 'Bararuê', que serviram pra aquecer a galera para o que estava por vir. Depois do primeiro show da noite e alguns sucessos do rock atual no set do DJ, a atração principal já estava pronta para agitar o Rock.

O Cachorro Grande subiu ao palco após uma curta introdução instrumental e começou com dois hits bastante conhecidos do público, 'Você não sabe o que perdeu' e 'Hey Amigo!', já demonstrando que não estavam ali pra brincadeira. 'Baixo Augusta', faixa que dá nome ao disco mais recente dos caras, veio na sequência acalmando os ânimos e prendendo a atenção dos presentes aos riffs do guitarrista Marcelo Gross, que seguiriam pelo resto da noite. Muito bem humorados como sempre, os integrantes interagiram bastante com a galera, principalmente o vocalista Beto Bruno que até "serrou" uma cerveja de alguém que estava na grade e voltou a soltar seus berros em músicas como 'Dance agora', 'Que loucura' e 'Conflitos Existenciais'.


Uma das coisas mais bacanas nos shows da Cachorro Grande é a participação dos outros integrantes nos vocais (exceto o tecladista Pedro Pelotas), outra influência dos Beatles, além da influência claríssima na sonoridade da banda. Marcelo Gross representa bem nas faixas 'O que você tem' e 'Dia perfeito', o baixista Rodolfo Krieger solta a voz na ótima 'Deixa fudê' e o baterista Gabriel Azambuja canta na balada 'Nada a ver'. Outro ponto positivo é que o show passa por canções de todos os discos: 'A alegria voltou' e 'A hora do Brasil' do álbum "Cinema" (2009); 'Você me faz continuar' e 'Roda Gigante', de "Todos os Tempos" (2007); 'Velha Amiga', 'Bom Brasileiro' e 'Sinceramente' do "Pista Livre" (2005). Aliás, essas duas últimas fizeram com que o público cantasse a plenos pulmões, conferindo momentos emocionantes para a apresentação.


Com o show encaminhando-se para o seu final, os fãs começaram a fazer seus pedidos por músicas antigas da banda e foram atendidos com a dupla final 'Lunático' e 'Sexperienced', faixas que abrem o primeiro e homônimo álbum da Cachorro Grande, gravado em 2001. Com o jogo ganho, os gaúchos voltaram para o bis com o clássico dos ingleses do The Who, 'My Generation', tocado de maneira mais acelerada pelos gaúchos. Ótimo show onde banda e público se divertiram em iguais proporções. E que reforça a minha teoria: se tem cerveja gelada no palco é sempre certeza de shows quentes e divertidos.




Veja mais fotos do show no flickr do fotógrafo Jocelito Camargo.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Dropkick Murphys


Agora no blog, confira o som pesado e embreagado de: Dropkick Murphys!
Formada em 1996 em Quincy, Massachusetts, Dropkick Murphys é considerada referência no som que fazem, uma mistura de Punk Rock com Hard Core somada as inflências Irlandesas.

Dropkick Murphys
A banda caiu no gosto popular após participar da festa irlandesa St. Patrick Day, foram três turnês que precisaram para consagrar o nome da banda.
Um dos maiores sucessos da banda, é a música Going Out ​​in Style que tem direito a um clipe mais que foda. Dá uma conferida:


Dropkick Murphys teve como inflência bandas de Punk Rock britânicas, tais como The Clash e Sex Pistols. A influência Irlandesa veio quando a banda gravou sua primeira música, quando pararam para ouvir perceberam um estilo musical irlandês, e lembraram de quando eram crianças haviam escutado as antigas músicas irlandesas, acontece que os próprios membros da banda confessam que a maior influência da banda se dá na música irlandesa.


Dropkick Murphys é rotulada como Punk Celta, mas há algumas rotuções que variam com trabalhos mais antigos, como o Hard Core e Punk Oi. O que temos certeza em relação ao rótulo é que isso não faz tanta diferença, e que o importante é curtir o som!


Abaixo a discografia completa de Dropkick Murphys


Dropkick Murphys - Discografia

Para abrir os arquivos utilize o Winrar ou Winzip.


Acesse também:
Site Oficial
Facebook Oficial
Mais videos

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Monday Rock: Incubus - Alive at Red Rocks [Show]

Pra começar bem a semana, vamos com um show foda de uma das bandas mais bacanas do Rock alternativo americano da última década: Incubus!


Na ativa desde 1991, o Incubus tem 7 álbuns de estúdio, 4 DVD's e outros lançamentos entre EP's, discos ao vivo e coletâneas. Nesse post não vamos nos aprofundar na história da banda e dos discos, pois em um futuro breve faremos a postagem completa com toda a discografia oficial da banda! Por ora, deixamos vocês com o show de um dos DVD's da banda, "Alive at Red Rocks", gravado em 2004, no estado do Colorado, EUA.



Tracklist:

1) Megalomaniac
2) Nice To Know You
3) Idiot Box
4) Just A Phase
5) Priceless
6) Beware! Criminal
7) Wish You Were Here
8) Here In My Room
9) Drive
10) Vitamin (includes "Everything in Ebb")
11) Pistola
12) Stellar (w/ De Do Do Do, De Da Da Da by The Police)
13) Made For T.V. Movie
14) Talk Shows On Mute
15) Sick Sad Little World
16) A Certain Shade of Green
17) Pantomime
18) The Warmth
19) Pardon Me

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Monday Rock: The Bronx

O som de hoje no MUNC CREW é de uma banda de punk rock da Califórnia, que traz influências diretas da cultura latina em seu projeto paralelo. Curtam, The Bronx e sua variante mexicana, Mariachi El Bronx!


Formado em 2002, The Bronx faz uma mescla de punk, hardcore e garage rock para gerar um som bastante agitado e enérgico. Desde as primeiras apresentações os caras já chamaram a atenção de muita gente, tendo assinado seu primeiro contrato com uma gravadora após pouco mais de 10 shows (!). Nesses 10 anos de banda, houveram poucas mudanças no lineup, que hoje conta com os membros originais Matt Caughthran (vocais), Joby J. Ford (guitarra, backing vocals) e Jorma Vik (bateria), além de Ken Horne (guitarra, backing vocals) e Brad Magers (baixo, backing vocals), que entraram em 2006 e 2007, respectivamente.



Apesar de terem assinado com a major Island Def Jam, os integrantes do The Bronx ainda não se sentiam à vontade para lançar suas músicas por uma grande gravadora. Devido a isso, o grupo decidiu formar seu próprio selo, White Drugs, e por ele registraram o EP "Sure Death". "The Bronx", o primeiro full album, veio em agosto de 2003 e foi sucedido por mais um EP, "La Muerte Viva", lançado em novembro do mesmo ano. Nessa época, a banda gravou 2 vídeoclipes para as músicas 'They Will Kill Us All (Without Mercy)' e 'False Alarm', e saíram em turnê pelos Estados Unidos e Austrália para divulgar o trabalho.



Em 2006, a banda finalmente estreou na Island Def Jam com o segundo álbum, também chamado "The Bronx". Durante a gravação desse trabalho, o guitarrista Ken Horne, que tocava no The Dragons, fez uma participação em algumas músicas e posteriormente foi incorporado como membro da banda. O disco foi premiado como o melhor do ano pela revista britânica Rock Sound e alcançou a 36ª posição no ranking da Spin, renomada publicação novaiorquina. Os singles desse segundo registro foram 'History's Stranglers', 'White Guilt' e 'Shitty Future'.



Dois anos mais tarde, o The Bronx lançou seu terceiro disco homônimo e já contava com o novo baixista, Brad Magers, que substituiu James Tweedy. Nesse momento, a banda retornou aos lançamentos pelo selo próprio, o White Drugs. No mesmo ano, os caras receberam convites para tocar no famoso festival underground Vans Warped Tour e para participar do filme What We Do Is Secret, onde interpretaram a banda punk Black Flag, tocando a faixa Police Story.



Em setembro de 2009, a banda lançou o primeiro disco do Mariachi El Bronx, dedicado à música mariachi, gênero tradicional mexicano. Para a realização do projeto, o grupo convidou o músico Vincent Hidalgo, que contribuiu nas composições e gravações. Vários instrumentos típicos foram utilizados, como guitarrón, vihuela e jarana, além de percussão, trompete, violino e acordeon. As músicas 'Cell Mates' e 'Holy' foram escolhidos como singles e ganharam ótimos videoclipes. O Mariachi El Bronx foi muito bem recebido por público e crítica, e tocou em alguns festivais americanos e australianos. O segundo álbum foi lançado em agosto de 2011 e recebeu uma avaliação muito positiva do site AllMusic, que considerou "a produção e as performances mais nítidas" e "os arranjos mais ricos e complexos", finalizando a recomendação citando que o disco é "uniformemente forte e memorável".





O lançamento mais recente do The Bronx foi a música '4th of July', em comemoração à Independência dos Estados Unidos.



Abaixo disponibilizamos os full albums do The Bronx para download, além dos dois discos do Mariachi El Bronx.
Curta o som e compartilhe o conteúdo!

Downloads
The Bronx (2003)
The Bronx II (2006)
The Bronx III (2008)

Mariachi El Bronx (2009)
Mariachi El Bronx II (2011)


Siga a banda em seus canais oficiais:

Site Oficial - The Bronx
Blog Oficial - Mariachi El Bronx
The Bronx no MySpace
The Bronx no Facebook
The Bronx no YouTube

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Monday Rock: Red Fang


O peso do metal retorna ao blog, desta vez unido aos riffs matadores do stoner rock. Curtam o som dos americanos do Red Fang!


Formada na cidade de Portland, o Red Fang iniciou suas atividades em 2005 e tem em seu lineup um quarteto beberrão e experiente, com integrantes que já rodaram por diversas outros grupos de rock alternativo: Bryan Giles (guitarras e vocal), Aaron Beam (vocal e baixo), David Sullivan (guitarra) e John Sherman (bateria). A energia e a alta qualidade das músicas vem fazendo com que os caras conquistem seu espaço no cenário mundial, já sendo reconhecidos como uma das principais bandas de Stoner Rock da atualidade.



Em 2009, a banda lançou seu debut album, "Red Fang", pelo selo Sargent House. Esse primeiro trabalho foi constituído por dois EP's gravados anteriormente e trazia faixas que serviriam como um belo pé na porta do mundo pop e do rock coxinha, a exemplo de 'Prehistoric Dog', 'Reverse Thunder', 'Humans Remain Human Remains' e 'Wings of Fang'.



Dois anos mais tarde, o Red Fang assinou com a Relapse Records, mesma gravadora de bandas como Mastodon, Unsane e Nasum, e apresentou o disco "Murder the Mountains", que abriu ainda mais os caminhos para os caras. Os riffs marcantes são presença garantida em músicas do calibre de 'Malverde', 'Throw Up' e 'The Undertow', além de 'Wires' e 'Hank Is Dead', que tem clipes muito bacanas.





Apesar do pouco tempo de estrada, a banda já dividiu os palcos com vários grupos renomados, como Megadeth, Down, Mastodon, Helmet, dentre outros. No início de setembro, o Red Fang fez 2 shows no Brasil, tocando em São Paulo e no festival Porão do Rock, em Brasília.



Recentemente, a banda disponibilizou uma nova música para audição no Soundcloud e você pode conferir logo abaixo. Além disso, seguem os links para download dos dois discos do Red Fang. Baixe o som e compartilhe o conteúdo!

Red Fang - Crows In Swine

Downloads
- Red Fang (2009) - Drive/FileSwap/Turtleshare
- Murder the Mountains (2011) - Drive/FileSwap/Turtleshare


Siga a banda em seus canais oficiais:

Site Oficial
Red Fang no MySpace
Red Fang no Facebook
Red Fang no YouTube

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

5 versões para a mesma canção: Johnny B. Goode


Vamos dar início a mais uma seção aqui no blog e como o título já diz, esse post consiste em apresentar 5 versões para uma única canção, sempre apresentando clássicos do Rock, Country, Metal, Pop, etc, e suas mais variadas interpretações. Para começar, a faixa selecionada para hoje é de um sujeito cuja trajetória musical se confunde com a história do Rock'n'Roll: Chuck Berry e seu Johnny B. Goode!


A original: Escrita por Chuck Berry em 1955 e gravada três anos mais tarde, Johnny B. Goode foi inspirada em um dos parceiros de Berry, o pianista Johnny Johnson, e conta o início da trajetória de um jovem músico do interior. A faixa é uma das mais representativas da música mundial e constantemente figura entre as listas de melhores de todos os tempos. Go Johnny go!



Versão Reggae: A primeira versão que escolhemos vem da Jamaica e da voz de um cantores mais lendários do reggae: Peter Tosh. A regravação tornou-se o maior sucesso de sua carreira, interrompida em 1987 quando foi assassinado. Com algumas mudanças, adaptando a letra à sua terra natal (Deep down in Jamaica, close to Mandeville), Tosh conseguiu acalmar os ânimos da canção e chegou ao clímax com a inserção de um naipe de metais sensacional.



Versão Bluegrass: O Bluegrass é um sub gênero do Country, conhecido como a 'música caipira americana', que começou a ser entoada por imigrantes europeus em meados de 1880. A dupla americana Jim & Jesse apresentou sua variante para Johnny B. Goode no ano de 1976 em um programa de televisão e substituiu a guitarra pelo mandolim para executar o famoso solo inicial.



Versão Heavy Metal: Considerada por muitos como uma das bandas precursoras do metal britânico moderno, o Judas Priest ajudou a alavancar não só o gênero, mas também o estilo visual dos headbangers com a adoção de roupas de couro e adereços de metal. As notas agudas cantadas por Rob Halford e a dupla de guitarras distorcidas dão o tom nessa versão inusitada e surpreendente.



Versão Hendrix: Jimi Hendrix, o maior guitarrista de todos tempos, simplesmente dispensa maiores apresentações. Em um show, Jimi interpreta o clássico de maneira bastante enérgica, explorando ao máximo os solos de guitarra.



Versão Back to the Future: Vamos encerrar nossa primeira lista com uma versão retirada de um filme clássico da Sessão da Tarde: De Volta para o Futuro. Na cena, Marty McFly (Michael J. Fox) volta no tempo e para no ano de 1955, onde toca Johnny B. Goode em um baile e no solo final acaba se empolgando e faz uma perfomance bizarra para os padrões da época. Apesar de a atuação de Fox ser bem convincente, os créditos para a execução da música vão para Tim May e Mark Campbell, responsáveis pela guitarra e vocal, respectivamente.



Poderíamos continuar com várias outras versões, mas vamos parando por aqui. Tem alguma sugestão para essa lista? Responda nos comentários.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

SKA Wednesday: The Expendables

Mais uma vez a Califórnia vem dar as caras por aqui e hoje trazemos uma banda que une elementos do reggae, surf music, punk rock e ska, resultando em músicas de ótima qualidade, perfeitas para criar aquele clima praiano. Curtam o som do The Expendables!


Apostando na vocação da música californiana e no estilo de vida que levavam - regada basicamente a surf, skate e muita festa - um grupo de amigos decidiu se juntar e formar o The Expendables, no ano de 1997. O lineup do grupo consiste em Geoff Weers (guitarra e vocais), Adam Patterson (bateria e vocais), Raul Bianchi (guitarra) e Ryan DeMars (baixo).



Os três primeiros discos da banda, "No Time To Worry" (2000), "Open Container" (2001) e "Gettin' Filthy" (2004), foram lançados de maneira independente e conseguiram boa vendagem, passando de 40 mil cópias. Durante a tour de divulgação de "Gettin' Filthy", o grupo tocou com o Slightly Stoopid e chamou a atenção dos líderes da banda, que estavam iniciando seu próprio selo e assinaram contrato com os caras. Em 2007, veio o primeiro registro em parceria com a Stoopid Records, "The Expendables", e logo tornou-se um clássico para os fãs.



Nos dois anos seguintes, o grupo continuou tocando e fez centenas de shows em vários lugares do mundo, subindo ao palco ao lado de bandas que são influências diretas para o som do The Expendables, como NOFX, Less Than Jake, Pennywise, dentre outros. No final de 2009, decidiram entrar em estúdio para iniciar as gravações do 5° álbum de inéditas. "Prove It" foi lançado em maio de 2010 e contou a produção de Paul Leary e Aaron 'El Hefe' Abeyta, guitarristas do Butthole Surfers e NOFX, respectivamente. O disco contou com várias participações e foi bem cotado nas paradas americanas.



O trabalho mais recente dos Expendables é o acústico "Gone Soft", registrado em 2012 e traz versões desplugadas para as músicas mais conhecidas do grupo. Atualmente, os caras estão em uma extensa turnê ao lado da banda Iration, que percorrerá os EUA até o dia 9 de novembro, com shows em quase todos os dias.



Baixe a discografia completa da banda nos links abaixo e acesse os canais oficiais de divulgação do The Expendables. Curta e compartilhe o conteúdo!

No Time To Worry (2000)
Open Container (2001)
Gettin' Filthy (2004)
Live at Philadelphia (2006)
The Expendables (2007)
Prove It (2010)
Gone Soft (2012) - Em breve


Site Oficial
The Expendables no MySpace
The Expendables no Facebook
The Expendables no YouTube

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Do It Yourself - Rock Rocket

Comemorando 10 anos em 2012, essa banda segue na estrada para tornar o Rock'n'Roll cada vez mais alcóolatra e inconsequente! Hoje o som é com os doidões do Rock Rocket!


O Rock Rocket iniciou as atividades de forma despretensiosa quando três amigos se juntaram para tocar o bom e velho Rock'n'Roll, mesclando influências do punk rock e da surf music. Inicialmente a banda foi formada por Noel Rouco (vocal e guitarra), Alan Feres (bateria e vocal) e Pesky (baixo), que conquistaram espaço na mídia e reconhecimento do público com letras que falam sobre álcool, sexo, o próprio rock e amor, afinal, como eles mesmos disseram em um de seus maiores sucessos, "Roqueiros também amam".



O primeiro registro do Rock Rocket foi um EP que saiu em 2004. Entre as músicas desse EP está o maior hit da banda, 'Por um Rock'n'Roll mais alcóolatra e inconsequente', que já tinha clipe lançado e bastante executado na MTV. As outras faixas são 'Cerveja Barata', 'Filho do Rock'n'Roll' e Lili. Um ano mais tarde veio o primeiro full album pelo selo 13 Records, contando com as músicas lançadas anteriormente e outros temas, como 'Puro Amor em Alto Mar', 'O Babaca e a Meretriz', 'Noite de Rock'n'Roll' e 'Roqueiros Também Amam'.



Ainda em 2005, a banda figurou na coletânea do festival DEMOSUL juntamente com Autoramas, Daniel Belleza e os Corações em Fúria, dentre outros. Nos dois anos seguintes os caras também apareceram em outras compilações e tiveram seu disco de estreia relançado pela Trama Virtual. O segundo álbum, "Rock Rocket" (2008), surgiu em parceria com a Thurbo Music e trouxe 14 faixas que seguiam a mesma fórmula que fez com que o grupo fosse reconhecido: rock cru, cerveja e mulher. Destaque para as músicas 'Os Legais', 'O que Você Quer Aqui?', 'Vira Lata Vigarista' e 'Eu Queria Me Casar', que contou com a participação do vocalista Jimmy, do Matanza. O videoclipe feito para 'Doidão' acabou virando um curtametragem e participou de vários festivais do gênero, ganhando o prêmio de melhor efeito especial na Mostra de Curta Fantástico.



No final de 2009, o grupo teve uma mudança importante no lineup com a saída de Pesky e a entrada de Jun Santos no baixo. Já com a nova formação, em 2010, o Rock Rocket gravou um EP que foi lançado em vinil 7" e continha as faixas 'Rocket Jane', 'Pérola da Noite' e 'Malori Beach'. Uma ano mais tarde, outro lançamento em vinil 7 polegadas. Conta com uma versão para a música 'A Dança do Exciter' de Plato Divorak no lado A e duas inéditas, Jovem, Barulhento e Arrogante e Cristina #3, no lado B.



O terceiro álbum do Rock Rocket está prestes a ser lançado e os caras já divulgaram o primeiro single, 'Maria Eugênia', que teve participação de Guizado no trompete, de Maurício Pereira (Os Mulheres Negras) no Sax Tenor e de Rafael Crespo (Planet Hemp/Aspen/Polara), e vai abrir o novo trabalho que ainda não teve o nome divulgado. Outro som apresentado é 'Shark Attack', um surf music instrumental que também fez parte da trilha sonora do longa metragem Pólvora Negra. Em entrevista, a banda define o disco como 'bem diferente' dos anteriores: "Nossa proposta foi sair um pouco daquele som "massudo comprimido anos 2000" e explorar outras texturas, ambiencias e salas. Até porque a maioria das nossas influências vem dos 60's e 70's. (...) Tentamos botar um pouco de cada estilo que gostamos: punk 77, garage 60′s, surf music e soul."





Na próxima quinta-feira (13), o Rock Rocket se apresenta em Belo Horizonte, no bar A Obra. Seguem as informações:

ROCK ROCKET e BLACK O'HANNAS - Discotecagem: Capitão Insano
Horário: 22:00h
Entrada: R$ 15,00
Local: A Obra - Rua Rio Grande do Norte, 1168 - Savassi

Siga o Rock Rocket e baixe todos os álbuns em seus canais oficiais:

Site oficial
Rock Rocket no Soundcloud
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Rock Rocket no YouTube
Rock Rocket no Trama Virtual

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Monday Rock: Jon Spencer Blues Explosion

Nessa semana vamos com uma banda novaiorquina de rock alternativo. Hoje o som é com o trio The Jon Spencer Blues Explosion!


Quando ouvi pela primeira vez, pensei que se fosse para definir o trabalho dessa banda seria de uma única forma: rock sem frescuras! Na ativa desde 1991, o Blues Explosion incorpora elementos de punk e blues ao seu rock alternativo, em músicas cheias de ótimos riffs e solos devidamente encaixados. Uma das características que marca o som dos caras é a formação sem a presença do contra baixo, o que favorece a existência exacerbada dos riffs e solos de guitarra. O Blues Explosion é composto por Jon Spencer (vocal, guitarra), Judah Bauer (guitarra) e Russell Simins (bateria).



O primeiro álbum do Blues Explosion surgiu depois de apenas 6 meses e foi intitulado "A Reverse Willie Horton". Na primeira sessão de gravação, os caras tocaram 14 músicas em 3 horas, o que formaria o disco que é considerado pela banda como um bootleg não oficial. Em 1992, a banda já apareceu com mais dois discos lançados: "Crypt Style" e "Jon Spencer Blues Explosion". Ainda na década de 90, o Blues Explosion gravou mais 5 álbuns de estúdio e alguns extras.



Os integrantes do Blues Explosion sempre estiveram ligados a outros projetos. Russel Simins registrou um álbum solo em 2000 e foi integrante de bandas como Honeymoon Killers, Butter 08 e Men Without Pants. Trabalhou ao lado de Yoko Ono, Yeah Yeah Yeahs e Duran Duran, para citar alguns nomes. Sob o pseudônimo 20 Miles, Judah Bauer gravou 7 discos e EP's entre 1993 e 2006, além de contribuições para Tom Waits, Cat Power, dentre outros. Em 2005, Jon Spencer fundou o duo Heavy Trash, ao lado de Matt Verta-Ray, e juntos lançaram três álbuns. Também fez parte da Honeymoon Killers e gravou material solo.



Ao todo, entre discos de estúdio, compilações, regravações e EP's, o Blues Explosion tem mais de 20 discos lançados por várias gravadoras diferentes e em vários países. O próximo álbum, sucessor de "Damage" (2004), será lançado oficialmente no dia 18 de setembro nos EUA e Inglaterra. O novo disco vai se chamar "Meat and Bone" e as músicas, "Black Mold" e "Bag of Bones", já estão disponíveis para audição. Confira abaixo!





E enquanto aguardamos pelo novo álbum, disponibilizamos álguns discos do Blues Explosion para download. Baixe os discos e compartilhe o conteúdo!

Cript-Style (1992)
Orange (1994)
Now I Got Worry (1996)
ACME (1998)
ACME+ (1999)
Plastic Fang (2002)
Damage (2004)


Siga a banda em seus canais oficiais:

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Blues Explosion no Twitter

sábado, 11 de agosto de 2012

The Baggios


Para esse sábado, preparamos uma postagem especial sobre uma banda que fará uma grande tour nacional e passará por Minas Gerais durante a próxima semana. O som hoje fica por conta dos sergipanos do The Baggios


A banda, que na verdade é uma dupla, foi formada no ano de 2004 em São Cristóvão, cidade próxima à capital Aracaju. A história do The Baggios começou quando os amigos de infância Lucas Goo (bateria) e Júlio Andrade (guitarra e vocal) se juntaram para tocar. Essa formação durou até 2006, quando Lucas precisou deixar a dupla. Em seu lugar, entrou o baterista Elvis Boamorte, substituído em 2008 por Gabriel Carvalho.



O som da banda é um blues rock que, por vezes, lembra Raul Seixas, talvez pelo sotaque acentuado do vocalista. O nome The Baggios é uma homenagem a um andarilho que vivia na cidade e era bastante conhecido pela população. O disco de estreia foi lançado em 2011. O Azar me Consome saiu pela gravadora Vigilante, divisão da Deckdisc dedicada a bandas que estão em início de carreira. Em 2012 lançaram o EP do projeto Acústico Aperipê.



Durante os meses de agosto e setembro, o The Baggios fará uma tour de 20 dias, com 27 apresentações passando por 3 regiões brasileiras. O primeiro show da turnê será em Belo Horizonte, na próxima segunda-feira. Confira as informações do evento:

Cedo e Sentado Fora do Eixo - The Baggios e The Hell's Kitchen Project
Data: 13 de agosto
Horário: 20h
Local: Casa de Shows Granfinos - Av. Brasil, 326 - Santa Efigênia
Entrada gratuita.



Para conhecer mais sobre a banda e fazer download do álbuns, acessem o site oficial:
TheBaggios.com.br
The Baggios - Facebook

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Listas - Clipes lançados em julho

Hoje é a última sexta-feira de julho e resolvemos listar alguns clipes nacionais lançados nesse mês. Várias bandas decidiram lançar suas películas no mês das férias e alguns deles vieram para na nossa seleção. Dá uma sacada em mais uma lista do MUNC CREW!


Black Drawing Chalks - Cut Myself in 2
Disco: No Dust Stuck On You



Vivendo do Ócio - Nostalgia
Disco: O Pensamento é um Imã



Criolo - Mariô
Disco: Nó na Orelha



Racionais MC's - Mil Faces de Um Homem Leal (Marighella)
Disco: Single



Mukeka di Rato - Pedra
Disco: Atletas de Fristo



Autoramas - Verdugo
Disco: Música Crocante



Autoramas - Abstrai
Disco: Música Crocante



The Baggios - O Azar me Consome
Disco: The Baggios



Merda - Índio Cocalero
Disco: Índio Cocalero



Bullet Bane - Option To Repression
Disco: New World Broadcast



Edi Rock e Seu Jorge - That's My Way
Disco: Contra Nós Ninguém Será



Marcelo D2, Sain e Hélio Bentes - Eu Já Sabia
Disco: Lançamento em breve



Curtiu a lista? Acha que faltou algum? Dê sua opinião nos comentários.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Monday Rock: The Hives

O Monday Rock chega em mais uma edição trazendo o som de uma banda sueca que estourou nos anos 2000 e que no último mês de março apresentou seu mais novo disco. Curtam o som do The Hives!


O ano era 1994 quando o The Hives surgiu na cidade industrial de Fagersta, Suécia, misturando influências de punk, indie e garage rock. Com apenas dois anos em atividade e uma única demo lançada, "Songs Like Sushi (1994)", o grupo já era conhecido em boa parte do país escandinavo. A banda teve seu auge em 2000 com o lançamento do single 'Hate to say I told you so', em uma época que a cada semana surgia uma nova 'salvação do rock'. As apresentações ao vivo, sempre vestidos de preto e branco, são uma das características marcantes da banda. The Hives é formado por Howlin' Pelle Almqvist (vocal), Nicholaus Arson (guitarra), Vigilante Carlstroem (guitarra), Dr. Matt Destruction (baixo) e Chris Dangerous (bateria).



O lineup do The Hives ainda conta com um suposto produtor e sexto integrante: Randy Fitzsimmons. Os músicos afirmam que Randy foi responsável por unir a banda, além de assinar todas as composições, fato que é considerado pela imprensa e os fãs como uma grande trollagem por parte dos caras. Antes do primeiro full album, a banda ainda gravou o EP "Oh Lord! When? How?" (1996), preparando o caminho para a chegada de "Barely Legal", em 1997. O encarte desse álbum traz três resenhas falsas originadas de um jornal britânico, que na verdade se referem ao trabalho do escritor Aldous Huxley.



No meio tempo entre o disco de estreia e o de maior sucesso, a banda ainda lançou 2 EP's em 1998: "A.K.A. I-D-I-O-T" e "A Killer Among Us". Dois anos mais tarde veio a público "Veni Vidi Vicious" e mudou a história da banda, que excursionou pelo mundo por dois anos e assinou com a major Universal Music. O álbum trazia os singles 'Hate to say I told you so', 'Die, Allright!' 'Supply and Demand' e 'Main Offender', alcançando a 50ª posição na Suécia e 63ª nos EUA.



O primeiro lugar das paradas suecas foi alcançado com o lançamento do trabalho seguinte: "Tyrannosaurus Hives", de 2004. O single 'Walk Idiot Walk' estreou em 13° lugar no ranking britânico e 'Two-Timing Touch and Broken Bones' ficou entre as 50 melhores. As faixas 'B is for Brutus' e 'No Pun Intended' foram incluídas nas trilhas dos jogos Gran Turismo 4 e SSX on Tour, respectivamente. Outro destaque foi a música 'Diabolic Scheme', que fez parte da trilha do filme sueco 'Frostbiten'.



Em 2007, os suecos lançaram o quarto disco, "The Black and White Album", e continuaram recebendo boas críticas do público e da imprensa. O single 'Tick Tick Boom' apareceu na trilha sonora de alguns games, como Madden NFL 11 e LEGO Rock Band, além de aparecer em filmes e como tema de um evento de luta livre. O trabalho mais recente do grupo foi lançado em março de 2012 e foi nomeado como "Lex Hives". A banda se desvinculou da Universal Music e o disco foi gravado de forma independente na Suécia, Alemanha e EUA. A versão deluxe traz uma faixa produzida por Josh Homme (Queens of the Stone Age, Eagles of Death Metal). A faixa escolhida como primeiro single é 'Go Right Ahead'.



Baixe a discografia do The Hives nos links abaixo e compartilhe o conteúdo!

Barely Legal (1997)
Veni Vidi Vicious (2000)
Tyrannosaurus Hives (2004)
The Black and White Album (2007)
Lex Hives (2012)

Siga a banda em seus canais oficiais:

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terça-feira, 17 de julho de 2012

Do It Yourself - Sheik Tosado


O Do It Yourself dessa semana traz um som de Pernambuco. Fiquem com o hardcore-frevo-maracatu do Sheik Tosado!


Formado em 1997, o Sheik Tosado foi um dos expoentes do estilo/movimento conhecido como "manguebit", do qual também faziam parte Chico Science e Nação Zumbi e Mundo Livre S.A.. O lineup da banda contava com os irmãos China (vocal) e Bruno Ximaru (guitarra), Chicão (baixo), Gustavo Da Lua (percussão), Oroska (percussão) e Hugo Carranca (bateria), todos moradores do mesmo bairro em Olinda.



O grupo apresentava forte influência de gêneros regionais unidos ao estilo rápido e agressivo do punk rock e hardcore. Uma das principais características da banda é a percussão compassada típica de ritmos como frevo e maracatu. As referências à cultura popular podem ser percebidas claramente em músicas como "Hardcore Brasileiro" e "Repente Envenenado".



A popularidade veio após o show realizado no tradicional Abril Pro Rock, em 1998. Depois dessa apresentação, a banda assinou contrato com a Trama, gravadora responsável pelo lançamento de seu único disco, em 1999: Som de Caráter Urbano e de Salão. Em 2001, se apresentaram no palco principal do Rock in Rio, mas pouco tempo depois a banda se separou.






Faça download do álbum e conheça mais sobre a banda:

Som de Caráter Urbano e de Salão (1999)

Sheik Tosado - Página oficial na Trama

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Listas - Rock + Terror

Finalmente 'conseguiram' juntar o Dia Mundial do Rock com a temida Sexta-feira 13... E hoje também é dia de mais uma seleção temática de vídeos aqui no MUNC CREW. Nada mais apropriado do que uma lista de clipes inspirados no mundo inferior com direito a cenários infernais, zumbis, sangue, sofrimento e tudo que há de ruim.


GG Allin - Bite it, You Scum

Vamos começar a lista com um sujeito que não fez vídeos com conteúdos aterrorizantes, mas que transmitia um certo medo só de olhar. Batizado como Jesus Christ e apelidado GG por seu irmão mais novo, GG Allin foi um controverso cantor de punk rock, vocalista das bandas The Jabbers (anos 70) e Murder Junkies (anos 90), tendo atuado também em carreira solo. Com atitudes violentas, seus shows eram sempre cheios de bizarrices. Era comum GG se cortar no palco, atirar fezes na plateia, bater em alguém do público, entre diversas coisas. Frequentemente as apresentações terminavam com prisão por atentado ao pudor, agressão ou outros motivos.



Sepultura - Convicted In Life

O Sepultura surgiu na década de 80 em Belo Horizonte e despontou para o mundo, tornando-se o nome mais representativo do metal nacional. 'Convicted In Life'apresenta um cenário intenso de dor e sofrimento, com uma abordagem pesada sobre a indústria da carne. No vídeo, caçador e caça invertem os papeis e o homem é inteiramente destruído pelos animais que um dia foram seu alimento. O clipe traz trechos do documentário 'A Carne é Fraca' e traz à tona a ideia de que "você é o que come".



Misfits - Scream

Uma banda que nunca poderia ficar de fora dessa seleção é o Misfits! Afinal de contas, os caras são os criadores do gênero Horror Punk, com letras voltadas para o horror, violência, zumbis, alienígenas, monstros e criaturas malditas. O clipe da música 'Scream' mostra a banda e um grupo de fãs do Misfits chegando feridos em um hospital, quando, de repente, eles se tornam zumbis e infectam todos os médicos e enfermeiros, com exceção de uma bela loira que acha que vai escapar.



Haemorrhage - Mortuary Riot

O Haemorrhage é uma banda de goregrind e death metal formada em 1990, na Espanha. Os caras apresentam uma identidade forte nos palcos e nas capas de seus discos, destacando os trajes de médico-cirurgião e muito sangue. Em 'Mortuary Riot' a banda simula uma autópsia violenta no vocalista Lugubrious com direito a mutilações e sangue espirrando ao estilo 'Kill Bill'.



Dir En Grey - Obscure

Quem pensa que a música nipônica vive só de boy bands colegiais, trilhas de desenhos nerds e coisas do tipo, está enganado. Os japoneses do Dir en Grey capricharam no vídeo da faixa 'Obscure'. Sangue, vômito, corpos mutilados, órgãos expostos e um bocado de putaria são elementos marcantes que ajudam a construir um dos clipes mais nojentos e bizarros de que se pode ter notícia.



Ozzy Ousbourne - Bark at the Moon

Idolatrado por todos os roqueiros, o 'Príncipe das Trevas' começou a construir sua carreira musical em 1968, ganhado notoriedade no Black Sabbath e em seu trabalho solo. Grande parte das músicas gravadas por Ozzy e o Sabbath abordam temas como a morte, o Diabo e coisas do gênero. Em 'Bark at the Moon', Ozzy interpreta um cientista louco que cria uma espécie de poção que o transforma em lobisomem. Até que a loucura do personagem combinou bem com o comedor de morcegos...



Bat for Lashes - What’s a Girl to Do

Natasha Khan é musicista formada e atende pelo nome artístico Bat for Lashes. O som feito pela moça transita pelo indie rock, pop e eletrônico. No clipe de What’s a Girl to Do, o plano sequência traz a cantora andando em sua bicicleta por uma rodovia típica dos filmes americanos de terror e tem momentos levemente assustadores.



Kreator - Enemy of God

Originários da cidade de Essen, Alemanha, o Kreator foi formado na década de 80 e hoje é uma das maiores bandas de trash metal do mundo, dividindo esse status com bandas do calibre de Metallica, Slayer, Anthrax, Megadeth, Exodus, dentre outras. O vídeo de 'Enemy of God' mostra as atitudes de uma garotinha, filha única da típica família feliz e correta, que leva uma vida contrária ao 'estilo menininha' imposto por seus pais, empregando sua principal influência: o satanismo.



Cavalera Conspiracy - Sanctuary

Formado pelos irmãos Max e Igor Cavalera, ex-integrantes do Sepultura, o Cavalera Conspiracy surgiu em 2007 e, desde então, vem despejando boas doses de agressividade e brutalidade sonora. O vídeo de 'Sanctuary' se passa em um set de filmagem, quando um ser endiabrado (muito parecido com o Nemesis do jogo Resident Evil) quebra as correntes que o prendiam e toca o terror no estúdio, perseguindo e matando toda a equipe, enquanto a banda segue fazendo seu som.



Pitty - Memórias

A cantora Pitty e sua banda, é um dos ícones do mainstream do rock nacional da atualidade (que deu uma bela caída nos últimos anos), quer você queira ou não. E o fato é que a baiana tem letras e vídeos bastante interessantes, que merecem o mínimo de atenção. Em 'Memórias', a banda entra em uma mansão mal assombrada para se arriscar no famoso Jogo do Copo, onde são rodeados por diversos espíritos e acabam aprisionados na casa.



Slipknot - Spit it Out

Para finalizar, vamos com outra banda que também não é unanimidade em seu meio, mas se destaca pelo estilo visual e sonoro. O Slipknot já pode ser considerado assustador por conta das máscaras utilizadas por seus integrantes, junto a isso somam-se clipes obscuros e convincentes. O vídeo a seguir nem é dos mais apavorantes, mas foi escolhido pelas referências a um clássico dos filmes de terror: O Iluminado.



Essa lista poderia continuar com vários outros vídeo clipes de bandas como Ramones, Mark Lanegan Band, Marylin Manson, Cradle of Filth, The Horrors, dentre outros. Que outro clipe horripilante você incluiria nessa seleção? Deixe sua sugestão nos comentários.
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