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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Ska Wednesday: Choking Victim

Depois de um bom tempo longe das postagens por aqui, volto bem acompanhado por uma banda de ska punk que ganhou destaque no fim da década de 90, mas infelizmente gravou apenas um disco. O som de hoje é do Choking Victim!


Vindo de Nova York, o Choking Victim surgiu em 1992 com um som inovador e letras carregadas de idealismo político. O grupo que registrou as primeiras faixas era formado por Scott "Stza" Sturgeon (guitarra e vocais), Sascha "Scatter" DuBrul (baixo) e Skwert (bateria). Juntos lançaram uma Demo em 1992, "Crack Rock Steady", que se transformou em um EP 7" no ano seguinte. Em 1996 veio o segundo EP, "Squatta's Paradise", com Alec Baillie assumindo os graves do contrabaixo. Desses dois trabalhos vale destacar as músicas 'Money', 'Corporate Tra$h' e 'You Outta Die'.


O primeiro e único disco completo do Choking Victim foi gravado em 1999, pela Hellcat Records, e recebeu o nome "No Gods, No Managers". Mais uma vez modificada, a formação que tocou no álbum consistia em Stza (guitarra/vocal), Ezra (guitarra), Shayne (baixo) e Skwert (bateria). Seu lançamento marcou o fim das atividades da banda, que deu origem a outras duas: Leftöver Crack e INDK. A proposta do álbum é bem diferente do que é normalmente visto e/ou ouvido no ska punk. A começar pela capa, o grupo já demonstra sua intenção sombria e pessimista com símbolos satânicos e anti-religiosos. O discurso das letras segue esse fluxo como em 'Suicide' e 'In My Grave', além de abordar outros temas como a manipulação pela TV em '500 Channels', o anti-capitalismo de 'Hate Yer State' e 'Fuck America', dentre outras faixas.


Após o término, a banda ainda se reuniu outras duas vezes, sendo a última delas entre 2005 e 2006 com os membros da formação original. Abaixo seguem os links para download da breve discografia do Choking Victim.
Curta o som e compartilhe o conteúdo!

- Choking Victim - Crack Rock Steady (EP - 1993) - Clique aqui para baixar / Link alternativo
- Choking Victim - Squatta's Paradise (EP - 1996) - Clique aqui para baixar / Link alternativo
- Choking Victim - No Gods, No Managers (1999) - Clique aqui para baixar / Link alternativo

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Ska Wednesday: Operation Ivy

Estamos de volta com o som de mais um grupo representante da terceira onda do Ska, que mesmo com pouco tempo em atividade, lançou bons discos unindo os ritmos jamaicanos à pegada do punk rock americano. A banda dessa quarta vem da Califórnia e atende pelo nome de Operation Ivy!


As atividades do Operation Ivy duraram apenas dois anos (de maio de 1987 à maio de 1989), mas foi tempo suficiente para que fossem lançadas mais de 25 músicas, divididas em dois EP's, um full album e algumas registradas aleatoriamente. Os caras ganharam bastante destaque na cena alternativa californiana e no curto período da banda, fizeram quase 200 shows pelos Estados Unidos. O grupo era formado por Jesse Michaels (vocal), Tim 'Lint' Armstrong (guitarra e vocais), Matt 'McCall' Freeman (baixo e vocais) e Dave Mello (bateria), talentosos músicos que se tornariam influências para bandas como Green Day e Sublime.



O registro de estreia da banda foi a participação na coletânea "Turn It Around!" (1987) com as músicas 'I Got No' e 'Officer'. No ano seguinte saiu um EP com 6 faixas chamado "Hectic", lançado pela Lookout! Records, e foi considerado como uma das primeiras gravações do gênero skacore/skapunk. Com letras voltadas para temas cotidianos e críticas sociais, o EP caiu nas graças do público, sendo um dos itens mais vendidos do selo. O único álbum completo da banda foi apresentado em março de 1989. Batizado "Energy", o disco trazia faixas que se tornaram hits no meio underground e proporcionou ao Operation Ivy até um certo reconhecimento no mainstream. Alguns destaques do álbum são 'Knowledge', 'Unity', 'Sound System' e 'Caution'. Ao longo dos anos, a banda foi lembrada com várias versões de seus hinos por grupos renomados como Millencollin, Dance Hall Crashers, Reel Big Fish, No Trigger, Buck-O-Nine, dentre outros.



O fim do grupo ocorreu dois meses depois do lançamento de "Energy" e os integrantes direcionaram-se para outros rumos. Tim Armstrong e Matt Freeman fundaram o Rancid, além de já terem participado de vários outros projetos juntos. O vocalista Jesse Michaels se uniu a outros músicos na banda Big Rig e depois gravou dois álbuns com o Common Rider. Já o baterista Dave Mello ingresso na banda de punk rock de seu irmão, o Schlong. Em 1991, a Lookout! Records lançou a coletânea "Operation Ivy", contendo todas as músicas de 'Hectic' e 'Energy', além das duas faixas da compilação 'Turn It Around!'. E em 2007, a Hellcat Records re-masterizou e relançou o mesmo álbum. Ainda existem vários bootlegs e faixas raras espalhadas pela internet.

Abaixo você pode ver um show completo do Operation Ivy realizado em 1988 e no fim do post deixamos os links pra download dos discos da banda. Enjoy!



- Operation Ivy - Hectic (EP - 1988) Clique aqui para baixar / Link Alternativo
- Operation Ivy - Energy (1989) Clique aqui para baixar / Link Alternativo

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ska Wednesday - Panteón Rococó

Com uma big band vinda diretamente da terra dos mariachis, retomamos as atividades da Ska Wednesday, uma seção iniciada ainda no MUNC CREW e que apresenta bandas de ska, reggae e derivados. Como já diz o nome, a postagem continuará indo ao ar em todas (ou quase todas) as quartas-feiras. Sem mais delongas, vamos com os mexicanos do Panteón Rococó!


O som do Panteón Rococó é baseado na mistura do ska com o rock, mas a banda vai além, inserindo elementos de outros gêneros latinos, como a salsa e a cumbia, e ritmos locais, como a música mariachi e indígena. A história da banda começou em 1995 na Ciudad de Mexico e o primeiro registro veio dois anos depois, quando editaram o EP "Toloache pa'mi negra", contendo 6 faixas. A partir daí, o grupo começou a fazer grandes apresentações, algumas delas apoiando o Exército Zapatista Nacional.



Em 1999, após a gravação de um cassete ao vivo, o Panteón lançou o full album "A la izquierda de la Tierra", nomeado de acordo com ideologia política dos dez integrantes. O trabalho foi muito bem recebido e, na época, foi o disco independente mais vendido do país, fazendo com que logo se tornassem um dos grupos mais populares do gênero entre os jovens mexicanos. Entre as músicas de destaque estão 'Marcos Hall', 'Cúrame' e 'La Dósis Perfecta'.



No ano seguinte o Pantéon Rococó participou de um grande show do cantor e instrumentista Manu Chao em uma arena completamente lotada por 150 mil pessoas. Essa apresentação fez com que a banda ultrapassasse as fronteiras mexicanas e ficasse ainda mais reconhecida pelo seu trabalho. Além disso, os caras fizeram a primeira tour internacional, passando pelos Estados Unidos e Europa. Com o crescente sucesso, o caminho ficou mais fácil para que o grupo faturasse disco de ouro, vendendo 100 mil cópias de "Compañeros Musicales" [2002], produzido por Flavio Cianciarulo, baixista da ótima banda argentina Los Fabulosos Cadillacs. No mesmo ano, o Panteón ganhou o prêmio de 'Banda Revelação' da MTV Latina, confirmando a boa fase.



Em 2004, a dobradinha com Cianciarulo continuou e foi lançado o álbum "Tres Veces Tres", que contou com a participação de importantes músicos latinoamericanos e trouxe músicas que se tornariam clássicos para os fãs, como 'Cumbia del Olvido', 'Reality Shock' e 'La Ciudad de la Esperanza'. Para celebrar os 10 anos de carreira, a banda gravou o CD/DVD "Diez Años - Un Panteón muy Vivo", reunindo os grandes sucessos dos discos anteriores em uma apresentação para aproximadamente 30 mil pessoas.



O quinto álbum de inéditas dos mexicanos, "Panteón Rococó", saiu em 2007 e lhes rendeu mais uma turnê pela América Central, EUA e Europa e até uma rápida passagem pela África. O disco mais recente dos caras é "Ejército de Paz", registrado de forma independente em 2010. Nos quase 15 anos de carreira, a banda coleciona mais de 10 'giras' internacionais e apresentações ao lado de grupos reconhecidos como Foo Fighters, Pixies, Rage Against the Machine, dentre vários outros. Em 2013, a banda foi um dos destaques do festival mexicano Vive Latino!, cujo show você pode conferir no vídeo abaixo.



Como é de praxe, seguem os links para download da discografia do Panteón Rococó. Baixe os discos e compartilhe o conteúdo!


Downloads
- Toloache pa'mi Negra (1997) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- A La Izquierda de la Terra (1999) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- Compañeros Musicales (2002) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- Tres Veces Tres (2004) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- 10 Años - Un Panteón Muy Vivo (2006) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- Panteón Rococó (2007) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- Ejército de Paz (2010) Clique aqui para baixar - Link Alternativo


Siga a banda em seus canais oficiais:

Site Oficial
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Ska (Reggae) Wednesday: Peter Tosh


Voltando à Jamaica, hoje trazemos um dos maiores cantores de reggae, que ficou marcado pela fama de músico ativista, bem instruído e encrenqueiro. Curtam o som de Peter Tosh!

Nascido em outubro de 1944 e batizado Winston Hubert McIntosh, o garoto cresceu nas periferias de Kingston e se envolveu com a música bem cedo, influenciado pelas estações de rádio americanas que ouvia na capital jamaicana. No começo dos anos 60, já com seu pseudônimo musical, Tosh se une a Bob Marley e Bobby Livingston para formar o grupo Wailing Wailers. Em 1966, depois de se envolverem com a religião rastafari, os músicos mudaram o nome para The Wailers.



Alguns anos mais tarde, o The Wailers fechou um contrato com a Island Records e gravaram dois discos: "Catch a Fire" em 1972 e "Burnin'" em 1973. No mesmo ano, Peter Tosh sofreu um grave acidente automobilístico, que resultou na morte de sua namorada e uma fratura grave em seu crânio. Depois do ocorrido, o músico torna-se uma pessoa ainda mais difícil de lidar e após o presidente da Island recusar-se a lançar o disco solo de Tosh em 1974, ele e Bunny decidem deixar o The Wailers. Em 1976, ele lança seu primeiro disco solo, "Legalize It". A faixa título se tornou o hino pró maconha e favorita nos shows de Tosh. Em decorrência da proibição da execução da música nas rádios, Legalize It tornou-se o single mais vendido na ilha.



O segundo disco do cantor e guitarrista veio em 1977. Em "Equal Rights", Tosh aflorou seu lado militante nas músicas, criticando abertamente a hipocrisia do que ele chamava de 'shitstem' (sistema de merda). Ainda no final da década de 70, o músico montou a banda Word, Sound and Power, que o acompanhou em turnê por vários anos, e assinou com o selo Rolling Stones Records, lançando o álbum "Bush Doctor" (1978), que introduziu Tosh a um público maior. O single 'Don't Look Back', gravado em parceria com Mick Jagger, fez com que Peter Tosh se tornasse um dos mais famosos artistas de reggae.



Com os trabalhos seguintes, Tosh tentou obter mais sucesso no mainstream, mas seus discos "Mystic Man" (1979) e "Wanted Dread and Alive" (1981) não foram muito aclamados pelo público. Porém, o maior sucesso de sua carreira surgiu no álbum "Mama Africa" e trata-se de uma versão para o hit 'Johnny B. Goode', música escrita por um dos precursores do Rock, Chuck Berry, já apresentada aqui no blog anteriormente. Depois da gravação desse disco, o cantor se auto exilou na África do Sul, em busca de conselho espiritual, e para tentar resolver uma pendência pela distribuição de seus registros naquele país.



Em 1987, Peter Tosh volta à ativa com o álbum No Nuclear War, que lhe rendeu o Grammy de Melhor Disco de Reggae. No mesmo ano, sua vida é interrompida de forma trágica. De volta à Jamaica, Tosh sofre uma tentativa de roubo em sua própria casa e acaba assassinado juntamente com os djs Doc Brown e Jeff "Free I" Dixon. O assassino de Tosh se entregou às autoridades e foi condenado à morte, sentença alterada em 1995 para prisão perpétua.



Até hoje são diversos os lançamentos celebrando a carreira desse grande representante da música jamaicana como homenagens, compilações com faixas raras e DVDs de apresentações ao vivo.

Disponibilizamos alguns álbuns do Peter Tosh! Faça o download pelos links abaixo:

- Legalize It (1976) - Mediafire/Fileswap/TurtleShare
- Wanted Dread and Alive (1981) - Mediafire/Fileswap
- Mama Africa (1983) - Mediafire/TurtleShare/Fileswap
- No Nuclear War (1987) - Mediafire/Fileswap
- The Gold Collection (1994) - Mediafire
- Honorary Citizen (1997) - Mediafire
- Ultra Rares - Mediafire/Fileswap

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ska Wednesday: The Skatalites [Show]

Para não ficarmos sem post nessa quarta-feira, vamos com uma apresentação sensacional da lendária banda The Skatalites!


O show foi em 2002, no Festival Lokerse Feesten, que acontece na província de Oost-Vlaanderen, Bélgica, desde 1975. Nos 37 anos em que é realizado, o evento já recebeu nomes importantes de diferentes gêneros musicais, como Gil Scott-Heron,Laurel Aitken, Prince Buster, Buzzcocks, Iggy & The Stooges, Jimmy Cliff, Sonic Youth e vários outros. Na edição de 2012, que rolou de 3 a 12 de agosto, alguns dos artistas convidados foram: The Specials, The Beach Boys, Damian 'Jr Gong' Marley, Echo & the Bunnymen, New Order, Machine Head, dentre outros.



Curta e compartilhe o som!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

SKA Wednesday: The Expendables

Mais uma vez a Califórnia vem dar as caras por aqui e hoje trazemos uma banda que une elementos do reggae, surf music, punk rock e ska, resultando em músicas de ótima qualidade, perfeitas para criar aquele clima praiano. Curtam o som do The Expendables!


Apostando na vocação da música californiana e no estilo de vida que levavam - regada basicamente a surf, skate e muita festa - um grupo de amigos decidiu se juntar e formar o The Expendables, no ano de 1997. O lineup do grupo consiste em Geoff Weers (guitarra e vocais), Adam Patterson (bateria e vocais), Raul Bianchi (guitarra) e Ryan DeMars (baixo).



Os três primeiros discos da banda, "No Time To Worry" (2000), "Open Container" (2001) e "Gettin' Filthy" (2004), foram lançados de maneira independente e conseguiram boa vendagem, passando de 40 mil cópias. Durante a tour de divulgação de "Gettin' Filthy", o grupo tocou com o Slightly Stoopid e chamou a atenção dos líderes da banda, que estavam iniciando seu próprio selo e assinaram contrato com os caras. Em 2007, veio o primeiro registro em parceria com a Stoopid Records, "The Expendables", e logo tornou-se um clássico para os fãs.



Nos dois anos seguintes, o grupo continuou tocando e fez centenas de shows em vários lugares do mundo, subindo ao palco ao lado de bandas que são influências diretas para o som do The Expendables, como NOFX, Less Than Jake, Pennywise, dentre outros. No final de 2009, decidiram entrar em estúdio para iniciar as gravações do 5° álbum de inéditas. "Prove It" foi lançado em maio de 2010 e contou a produção de Paul Leary e Aaron 'El Hefe' Abeyta, guitarristas do Butthole Surfers e NOFX, respectivamente. O disco contou com várias participações e foi bem cotado nas paradas americanas.



O trabalho mais recente dos Expendables é o acústico "Gone Soft", registrado em 2012 e traz versões desplugadas para as músicas mais conhecidas do grupo. Atualmente, os caras estão em uma extensa turnê ao lado da banda Iration, que percorrerá os EUA até o dia 9 de novembro, com shows em quase todos os dias.



Baixe a discografia completa da banda nos links abaixo e acesse os canais oficiais de divulgação do The Expendables. Curta e compartilhe o conteúdo!

No Time To Worry (2000)
Open Container (2001)
Gettin' Filthy (2004)
Live at Philadelphia (2006)
The Expendables (2007)
Prove It (2010)
Gone Soft (2012) - Em breve


Site Oficial
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

SKA Wednesday: Tim Armstrong - A Poet's Life

O destaque do MUNC CREW dessa quarta é o vocalista e guitarrista Tim Armstrong, que além de liderar a já clássica banda de punk rock Rancid, integrou o lineup de Operation Ivy, Shaken 69, Downfall, Silencers, Transplants e trabalhou com Jimmy Cliff no EP mais recente do músico jamaicano.


Em 2007, Tim lançou seu primeiro álbum solo, 'A Poet's Life', onde reúne suas maiores influências do reggae e ska em 10 músicas dançantes e bastante animadas. Para a gravação do disco, o vocalista contou com uma banda de peso, que incluía membros atuais e antigos do The Aggrolites e a participação da cantora Skye Sweetnam na faixa 'Into Action'. O álbum foi disponibilizado gratuitamente para download pelo selo Hellcat Records - de propriedade de Armstrong - e um DVD com vídeos de todas as músicas também veio a público. Abaixo você pode conferir algumas canções de 'A Poet's Life' e/ou fazer download do disco completo.







Download: Tim Armstrong - A Poet's Life (2007)

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

SKA Wednesday: Derrick Morgan


Resgatando mais uma postagem que estava parada a algumas semanas, hoje na nossa seção de SKA vamos com mais um cantor clássico da música jamaicana. Curtam o som da lenda, Derrick Morgan!

Nascido em 1940, Derrick Morgan ficou conhecido aos 17 anos ao participar de um show de talentos realizado em Kingston e pouco tempo depois foi integrado a um grupo de comédia popular jamaicana. Nesse período, decidiu comprometer-se totalmente à carreira musical. Sua estreia em um estúdio foi em 1959, quando se juntou ao produtor Duke Reid para gravações com o selo Treasure Isle. As primeiras faixas registradas por Morgan foram 'Lover Boy' e 'Oh My'.



Em 1960, Morgan tornou-se o único artista a ter suas músicas ocupando as sete primeiras posições das paradas jamaicanas simultaneamente. Entre elas estão os hits 'Don't Call Me Daddy', 'In My Heart', 'Be Still' e 'Meekly Wait and Murmur Not'. Um ano mais tarde, surgiu o maior sucesso de sua carreira, 'You Don't Know', faixa que teve a produção de Leslie Kong. A faixa 'You Don't Know' ficou também conhecida como 'Housewives' Choice' e foi a responsável pelo início da rivalidade entre Morgan e Prince Buster, que o acusava de roubar suas ideias. Depois disso, foram várias as músicas de ambos os artistas com letras direcionadas ao rival.



Outro grande hit de Morgan foi lançado em 1962, 'Forward March' celebrava a independência jamaicana em relação ao Reino Unido. Em meados dos anos 60, o cantor continuou lançando material de qualidade, como as clássicas 'Tougher Than Tough' - primeira música em ritmo Rock Steady, 'Do The Beng Beng', 'Conquering Ruler' e um cover de Ben E. King, 'Seven Letters', considerado o primeiro single do reggae tradicional.



Ao longo das décadas seguintes, Derrick Morgan fez parcerias com diversos artistas, como Desmond Dekker, Judge Dread, Hortense Ellis, dentre outros. Nos anos 90 e 2000, foram lançadas várias coletâneas com faixas que marcaram a trajetória de Morgan e a história da música jamaicana. Além disso, o músico compôs algumas canções interpretadas por outras pessoas, que venceram o Festival Song Contest no Jamaican Independence Festival.



Em 2002, foi realizado um evento no Canadá chamado Legends of Ska que reuniu artistas jamaicanos, como The Skatalites, Rico Rodriguez, Patsy Todd, Doreen Shaffer e muitos outros. Em 2007, a canção de Morgan 'Tougher Than Tough' entrou na trilha sonora do jogo Scarface: The World is Yours. Dois anos depois, foi lançado o DVD Derrick Morgan Live At The 100 Club London.

Acessem os links abaixo e conheçam melhor o som de Derrick Morgan!
Downloads
Seven Letters (1969)
Moon Hop (1970)
People Decision (1977)
Still in Love - feat. Hortense Ellis (1977)
The Legend of Derrick Morgan vol.1 (1980)
I am the Ruler (1992)
Love City
Time Marches On


derrickmorgan.co.uk
Derrick Morgan no MySpace

quarta-feira, 25 de julho de 2012

SKA Wednesday: The Porkers

Nessa semana vamos apresentar uma banda de Ska 3rd wave bastante desconhecida pela grande massa. Conheçam o som dos australianos do The Porkers!


Formado por dois rude boys que estavam decepcionados pelo fim de suas bandas de ska favoritas, o grupo iniciou sua trajetória em 1987 na cidade de New Castle/Austrália com o nome The Pork Hunts, mas por ser considerado um termo ofensivo, três anos mais tarde tiveram que assumir a alcunha atual: The Porkers. Justamente por conta dessa mudança forçada, o primeiro EP recebeu o título "Tired of Being Pork Hunts" (Cansados de ser os 'Pork Hunts') e trazia um som que mesclava ska, reggae e rock. Como na maioria das bandas, muitos integrantes já passaram pelo lineup dos Porkers e restaram somente dois membros da formação original: o frontman Pete 'Porker' Cooper e o saxofonista Phil 'Bigfil' Barnard. Completando o grupo estão Rodney 'Rocket' Palmer (bateria), David 'Gutsy' Gale (guitarra), Jeremy 'Dr. J' Griffiths (trompete), Lucian 'Lou' McGuiness (trombone) e Justin Lipscombe (baixo).



Com o trabalho já bem reconhecido em terras australianas, os caras lançaram seu primeiro full album, "Grunt!" (1994), e entraram no mercado norte americano pelo renomado selo Moon Ska Records. O disco era uma mistura de faixas ao vivo e de estúdio, além de incluir alguns covers. A partir daí, os Porkers começaram a fazer turnês na Europa, Japão e EUA, e a se apresentar com grandes nomes da música, como The Slackers, Laurel Aitken, Fishbone, Mighty Mighty Bosstones, Rancid, dentre outros.



Em mais de 25 anos de carreira, os Porkers lançaram mais de 16 discos, entre full lengths, EP's e álbuns ao vivo, a maioria distribuída pelo selo Sound System Records, pertencente ao vocalista Pete Cooper. O registro mais recente da banda é o DVD "Persistence Is Futile", que veio a público em 2009.



Atendendo ao pedido de um dos integrantes da banda, removemos os links de download. Entrem em contato pelas redes sociais ou email!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

SKA Wednesday: The Bodysnatchers

Hoje vamos revisitar mais uma vez a era 2 Tone pra falar de um grupo feminino que fez boas músicas apesar da curta duração. O som fica por conta do The Bodysnatchers!



Quando eu disse na chamada que a banda existiu por pouco tempo, não era brincadeira. The Bodysnatchers foi uma banda feminina de ska e rocksteady criada por Nick Summers em 1979 e durou apenas dois anos. Nicky trabalhava como vendedora de frutas em Londres e quando viu um show do The Specials ficou impressionada com a música e a diversão transmitida pelos caras. Imediatamente ela publicou um anúncio na imprensa musical em busca de pessoas com a mesma vontade de montar uma banda. Mulheres de diferentes áreas de atuação manifestaram interesse, entre elas uma funcionária pública, uma designer de moda, uma secretária, uma salva-vidas, uma ilustradora freelancer e uma estudante. A formação ficou a seguinte: Rhoda Dakar (vocais), Nick Summers (baixo), Stella Barker (guitarra), Sarah Jane Owen (guitarra), Pennie Leyton (teclados), Miranda Joyce (saxofone) e a baterista Jane Summers, que posteriormente foi substituída por Judy Parsons.



O primeiro show das Bodysnatchers foi em novembro de 1979, abrindo para a banda de punk rock The Nips. Logo na segunda apresentação, as moças receberam o convite do The Selecter para acompanhá-los em uma turnê. No início de 1980, depois de apenas alguns meses em atividade, o grupo assinou com a 2 Tone Records e gravou suas primeiras faixas: 'Let's Do Rock Steady', versão para um clássico de Dandy Livingstone, e 'Ruder Than You', composição original das Bodysnatchers. Havia uma certa desconfiança sobre a banda devido a inexperiência das integrantes, que admitiam não ser muito competentes com seus instrumentos. O single entrou nas paradas inglesas em 44° lugar e chegou até a 16ª posição, que lhes rendeu uma aparição no Top Of The Pops. Posteriormente, elas se apresentaram no programa de TV 'So it Goes', o mesmo onde o Sex Pistols havia se apresentado pela primeira vez a 4 anos antes. A banda também encontrou tempo para gravar uma sessão para John Peel, que tinha sido um fã da 2 Tone desde o seu início.



A música escolhida para o single seguinte foi 'Easy Life', tendo como b-side um cover de Winston Francis para a faixa 'Too Experienced'. Nessa época, a 2 Tone Records estava perdendo sua força e a banda também entrou em baixa. O grupo ainda participou de turnês com outras grandes bandas, como The Specials, Toots and the Maytals, Madness, dentre outros. Além disso, a banda fez parte do famoso show/documentário "Dance Craze", também produzido pela 2 Tone. Em outubro de 1980, as Bodysnatchers fizeram seu último show em Londres. A banda citou as 'diferenças musicais' como o motivo para separação, com a alegação de que algumas integrantes queriam seguir para um lado mais político e outras estavam em busca de uma carreira mais pop. Após o fim da banda, a vocalista Rhoda Dakar chegou a integrar o The Special AKA, enquanto outras integrantes formaram um outro grupo feminino, The Belle Stars, que durou até 1986.



Abaixo, seguem os links para download dos sons do The Bodysnatchers. Curta o som e compartilhe o conteúdo!

Let's Do Rock Steady (1979)
Live in Folkenstone / Peel Session (1979)

terça-feira, 10 de julho de 2012

SKA Wednesday: Ska pelo mundo - Vídeos (Parte 2)

"Mais uma semana se passou e quarta-feira é dia de SKA no MUNC CREW! Porém, excepcionalmente, hoje não teremos post sobre algum grupo específico, devido a preguiça falta de tempo desse que vos fala para pesquisar e escrever."


Sim... Copiando a mim mesmo, hoje vamos com mais uma seleção de bandas de ska e reggae (ou que são diretamente influenciados) ao redor do mundo, do Brasil a Costa do Marfim, da Venezuela a Austrália. Obviamente sem esquecer a pátria mãe dos gêneros que nos contagiam.

E vamos começar com uma lenda jamaicana que, em breve, aparecerá por aqui novamente!

Derrick Morgan (Jamaica)



Derrick Morgan - MySpace
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The Hotknives (Inglaterra)



The Hotknives - MySpace
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Paralamas do Sucesso (Brasil)



osparalamas.uol.com.br
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Mark Foggo's Skaters (Holanda)



www.markfoggo.com
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The Pioneers (Jamaica)



www.pioneersreggaegroup.com
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The Busters (Alemanha)



www.busterland.de
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Alpha Blondy (Costa do Marfim)



www.alphablondy.info
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Kumpania Algazarra (Portugal)



Kumpania Algazarra - Facebook
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The Porkers (Austrália)



www.theporkers.com
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Los Auténticos Decadentes (Argentina)



www.losautenticosdecadentes.com
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The Scofflaws (EUA)



www.scofflaws.com
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Desordén Publico (Venezuela)



www.desordenpublico.net

quarta-feira, 4 de julho de 2012

SKA Wednesday: Distemper

Em mais um dia de SKA, vamos com mais música da 3ª geração do gênero. Diretamente da Rússia, o ska punk da banda Distemper!


A Distemper iniciou suas atividades como uma banda de hardcore/punk no ano de 1989, em Moscou, ainda como União Soviética. Devido a implantação das novas políticas econômicas do Glasnost e Perestroika, o período vivido pelos russos era de grandes mudanças e a Distemper surgiu no cenário musical com toda sua rebeldia e esperança. Com a maioria das letras cantadas em seu idioma nativo, os caras transmitem mensagens de protesto contra a estupidez humana e a xenofobia, mas também abre espaço para a alegria e reflexão. A partir do 3° disco, o grupo incluiu uma linha de metais em suas composições e migrou seu som para o ska punk, tornando-se a primeira banda russa a unir os estilos musicais.



A banda lançou seu primeiro disco em 1991 e desde então vem com uma média de pelo menos um disco novo a cada dois anos. Nas 23 temporadas em atividade, a Distemper traz em seu currículo 15 álbuns de estúdio (full lenghts e EP's), 2 compilações, 2 splits e um disco ao vivo. A voz grave e rouca do vocalista e guitarrista Dazent é a marca característica do grupo. Completando a formação estão Ljolik (baixo), Bai (bateria), Sasha (sax) e Wasja (trombone).



Pouco conhecida fora da Europa, a banda sempre toca em vários lugares em seu continente de origem, tendo uma grande base de fãs em seu país e na Alemanha. Em 2006, a Distemper foi eleita como a melhor banda de Ska da Rússia e um ano mais tarde teve o álbum "Мир создан для тебя" (O mundo foi criado para você) escolhido como o melhor do ano pela revista Rock Alternative Music Prize.



Particularmente, mesmo não entendendo as letras cantadas em outros idiomas, eu gosto de conhecer o som de bandas diferentes e pouco divulgadas pela grande mídia. E pra quem compartilha do mesmo pensamento, abaixo disponibilizamos alguns discos do Distemper para download, que também podem ser ouvidos diretamente pelo site da banda. Baixe o som e espalhe o conteúdo!

1991 - Мы Сегодня с Баем (Today we have with Bai)
1995 - Город (City)
1997 - Face control
2000 - Ска-панк шпионы (Ska Punk Spies)
2004 - Ska Punk Moscow
2004 - XV (Best Of)
2005 - Подумай, кто твои друзья (Think Who Is Your Friends)
2007 - Мир создан для тебя (The World is Yours)
2008 - My Underground
2009 - Всё или ничего (All or Nothing)
2010 - Получить ответ (To receive the answer)
2011 - Я умираю для тебя (I'm dying for you)


Se quiser arriscar no russo (ou no Google Translator), siga a banda em seus canais oficiais!

Site oficial
Distemper no YouTube
Distemper no Facebook
Distemper no MySpace

quarta-feira, 27 de junho de 2012

SKA Wednesday: Los Hooligans

Nessa semana vamos apresentar mais uma atração californiana, afinal o lugar é um reduto de ótimas bandas. Curtam o ska e as fusões da banda Los Hooligans!



Homônimos do grupo de rock mexicano dos anos 60, Los Hooligans se juntaram em 1992 na cidade de Fresno, Califórnia, e nesses 20 anos de carreira, a banda faz um som de ótima qualidade, combinando o ska jamaicano tradicional, ritmos latinos e a boa música norte americana, como o jazz e o rhythm and blues. O grupo foi formado pelos amigos de universidade Tony Luna (trompete/vocais), Randy Young (vocais) e Frank Zamora (saxofone barítono). Completando o lineup do grupo estão Matt Carroll (trombone), Paul Lucckesi (saxofone alto), Eric Cymanski (trompete), Todd Doucet (sax tenor), Adam Elmore (baixo), AJ Fox (guitarra/vocais), Raymond Gonzalez (percussão) e Tony Montanez (bateria).



Apesar da banda existir há 2 décadas, apenas dois discos foram lançados, "Traditions" (1997), pela Moon Ska Records, e "Mafioso Ska" (2005), pela Shantytown Records. Além desses dois registros, a banda foi incluída em algumas compilações de selos do gênero. Outra participação importante foi no álbum de estreia da banda Soulfly, do brasileiro Max Cavalera. Los Hooligans já excursionaram com diversas bandas relevantes do ska, como The Skatalites, The Specials, Bad Manners, Dance Hall Crashers, The Aggrolites, The Beat, entre várias outras.



Disponibilizamos abaixo os dois álbuns do Los Hooligans para download. Baixe os álbuns e compartilhe o som!

Los Hooligans - Traditions (2007)
Los Hooligans - Mafioso Ska (2005)

Para saber mais sobre a banda:

Los Hooligans no MySpace
Los Hooligans no Facebook
Los Hooligans no All Music
Los Hooligans no ReverbNation

quarta-feira, 20 de junho de 2012

SKA Wednesday: Antwerp Gipsy-Ska Orchestra

O post de hoje é curto, mas é de coração. Haha. Falaremos um pouco sobre uma banda belga que conheci há algumas semanas e achei o som muito bacana! Vale a pena conhecer a Antwerp Gipsy-Ska Orchestra!


A Antwerp Gipsy-Ska Orchestra foi criada na Bélgica, em 2004, quando seis músicos uniram-se para juntar a energia da música cigana com o groove da música jamaicana. A banda é formada por Gregor Engelen (vocais e trompete), Mukti Gabriels (guitarra e backing vocals), Filip Vandebril (baixo), Suhamet Latifi (teclados), Roel Poriau (bateria e samples) e Nathan Daems (sax e backing vocals).



A AGSO é uma banda versátil e completa. Tem a credibilidade da arte das ruas, boa energia no palco, grande variedade de ritmos e melodias marcantes. Com dois discos lançados, "Tuttilegal" (2007) e "I Lumia Mo Kher" (2011), os caras recebem críticas muito positivas em seu país e tem uma agenda de shows movimentada, com várias apresentações caseiras e em outros países da Europa.



Infelizmente não conseguimos encontrar os álbuns para download, mas a banda disponibilizou o segundo disco para audição. Ouça!



Siga o som do grupo em seus canais oficiais!

Site Oficial
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AGSO no YouTube

quarta-feira, 13 de junho de 2012

SKA Wednesday: Hepcat

Hoje vamos com mais uma banda da Califórnia e desta vez quem aparece por aqui são os caras do Hepcat com ska e reggae de primeiríssima qualidade!


O Hepcat foi criado em 1989 e diferente das outras bandas de ska que vinham aparecendo na época, o som dos caras recebeu mais influências da 'primeira onda' do gênero - o verdadeiro Jamaican Ska - carregado de harmonias e melodias. A formação atual do grupo é composta por Greg Lee (vocais), Alex Désert (vocais), Deston Berry (teclado e vocais), Efren Santana (sax tenor), Kincaid Smith (trompete), Lino Trujillo (guitarra) e Greg Narvas (bateria).



O nome da banda foi criado na sala da casa de Alex no momento em que seu gato, Hep, cruzou o recinto. As exclamações foram exaltadas: "Hep cat!", "Yeah! The Hepcats!", "No. It's gotta be Hepcat. No 'the', no 's' (Não. Tem que ser Hepcat. Sem 'os' e sem 's')". O primeiro álbum da banda foi lançado em 1993, "Out of Nowhere", pelo famoso selo Moon Ska Records. O disco trazia uma ótima versão de 'Hooligans', música de Bob Marley, e foi muito bem recebido pelo público, tornando-se um clássico de sua geração. O segundo registro, "Scientific", veio em 1996 pela BYO Records, que já havia lançado trabalhos de 7 Seconds, NOFX e Rancid. A partir daí, o Hepcat se consolidou e saiu em turnês pela América do Norte e Europa.



Os dois próximos discos, "Right On Time" (1998) e "Push 'n Shove" (2000), saíram pela Hellcat Records, gravadora de Tim Armstrong, vocalista e guitarrista do Rancid. Antes mesmo do lançamento do quarto álbum, a banda se desfez sem nenhuma explicação. Greg Lee mudou-se para Costa Rica, enquanto Alex Desert estava ocupado como ator filmando para a CBS. O hiato durou 3 anos. E da mesma que o grupo se separou, aconteceu o retorno, anunciado sem muito alarde em um jornal de Los Angeles. O show foi realizado na renomada House of Blues, causando grande comoção e agitação entre os fãs, que esgotaram os ingressos da casa.



Após o retorno em grande estilo, a banda relançou o primeiro álbum com duas músicas de bônus e no ano de 2011 veio a público um disco ao vivo, "Live at The Whiskey a Go-Go". O Hepcat continua na ativa fazendo apresentações esporádicas nos Estados Unidos. Abaixo disponibilizamos pra vocês os 4 álbuns de inéditas + 2 registros ao vivo dessa banda espetacular! Curta o som e compartilhe o conteúdo!

Download - Hepcat - Discos de estúdio
Out of Nowhere (1993)
Scientific (1996)
Right On Time (1998)
Push 'n Shove (2000)


Bônus - Hepcat Live!
Live In Chicago (1998)
Live In Amsterdam (2010)



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quarta-feira, 6 de junho de 2012

SKA Wednesday: Judge Dread


O post de hoje é dedicado a um britânico que despontou para a música na década de 70 e foi um dos líderes no renascimento do ska na Inglaterra. Com vocês, Judge Dread!

Nascido como Alexander Minto Hughes, nosso cara iniciou-se na música como DJ em uma rádio do distrito de Brixton, Inglaterra, nos idos da década de 60.


Foi o cantor jamaicano Prince Buster que o impulsionou a gravar suas próprias músicas e foi inspirado pelo disco "Big Five" (1972), que Hughes fez sua primeira gravação. O registro teve como base a canção de Verne & Son, 'Little Boy Blue', onde Hughes recitou uma série de rimas hilariamente rudes. O codinome Judge Dread foi escolhido em homenagem a Buster, que tinha uma música com o mesmo nome. O single foi intitulado como 'Big Six' e alcançou grande sucesso, principalmente devido às proibições das rádios, que consideravam a letra ofensiva.



O sucesso do primeiro single fez com que Judge Dread se tornasse o primeiro artista branco a ter um 'reggae hit' na Jamaica e no mesmo ano do lançamento de 'Big Six', Hughes desembarcou em Kingston para se apresentar para uma multidão bastante animada. De volta a Grã-Bretanha, o cantor emplacou 'Big Seven' e 'Big Eight' nas paradas, porém, seu primeiro álbum, "Dreadmania", não chegou nem perto do sucesso que seus singles alcançaram. Paralelo a situação, Judge se juntou ao The Wailers e a Desmond Dekker para a realização de um concerto em benefício à população da Etiópia, liberando em sequência o single 'Molly', que foi o primeiro do cantor que não continha nenhuma insinuação sexual. Mesmo assim, as rádios continuaram a censurá-lo, ainda que Hughes tenha tentado adentrar nas programações com pseudônimos (chegou a usar JD Alex e Jason Sinclair), mas a BBC não se deixou enganar e proibiu independentemente do conteúdo.



O segundo álbum, "Working Class 'Ero" (1974), também não obteve muito êxito, mas Judge Dread conseguiu retomar o sucesso nas paradas com uma versão de 'Je T'aime', ainda mais sugestiva que a original. O próximo disco, "Bedtime Stories", de 1975, chegou ao Top 25 e a partir desse registro vieram vários singles, ficando em posições medianas. A música 'Y Viva Suspenders' provou ser bastante popular na época de seu lançamento, em 1976. Com o crescimento do punk rock na Inglaterra, o ska e o reggae foram perdendo espaço e Hughes desejava o retorno, como o próprio nome do álbum de 1976 dizia, "Bring Back The Skins". No entanto, o artista era capaz de escrever mais do que batidas rudes e letras falando sexo. A canção 'A Child's Prayer' foi escolhida por Elvis Presley para ser gravada como um presente para sua filha, mas o Rei do Rock faleceu antes que isso pudesse acontecer.



Após esse período, as músicas de Judge não tiveram mais o destaque anterior, mas o cantor continuou a lançar álbuns esporádicos e a fazer pequenas apresentações. E foi exatamente nos palcos que o cantor viveu seus últimos momentos, literalmente. Em maio de 1998, no final de um show no Canterbury Club, Judge Dread retornou ao palco para dar uma última saudação ao público, quando teve um ataque cardíaco e faleceu. Inicialmente, o público chegou a duvidar do ocorrido, devido a reputação piadista do cantor, e pensaram que fazia parte do show, até que um paramédico que estava na plateia percebeu e foi socorrê-lo. Hughes foi declarado morto na entrada do hospital.



Não conseguimos encontrar a discografia completa do cantor para disponibilizá-la para download, mas seguem alguns registros. Baixe os discos, escute o som e compartilhe o conteúdo!

Bedtime Stories (1975)
Last of the Skinheads (1976)
King of Rudeness (1989)
Dread, White and Blue (1996)
Ska Fever
The Legendary Judge Dread vol.1
The Legendary Judge Dread vol.2

Para saber mais sobre a vida e carreira de Judge Dread, acesse: judgedread.co.uk

quarta-feira, 30 de maio de 2012

SKA Wednesday: Prince Buster

Hoje na nossa seção semanal dedicada à música jamaicana vamos com o som de um dos caras mais importantes da história do ska: Prince Buster!


Nascido em 1938, Cecil Bustamante Campbell, mais conhecido como Prince Buster, é um dos nomes mais representativos da música jamaicana, ao lado dos The Skatalites, Laurel Aitken, Desmond Dekker, dentre outros. Buster iniciou sua carreira profissional em 1956 e formou várias bandas com amigos, que não obtiveram êxito. A maturidade musical foi atingida um pouco mais tarde, com o crescimento dos sound systems nas ruas de Kingston. Clement Dodd, operador de um dos sound systems mais conhecidos da Jamaica, o contratou como segurança, devido à sua habilidade como pugilista amador. Foi nessa época que ele ganhou o apelido 'The Prince' (O Príncipe) e anexou o Buster (diminutivo de seu primeiro sobrenome, Bustamante) para formar seu nome artístico.



Em 1960, Buster produziu a música 'Oh Carolina', dos Folkes Brothers. A canção virou um hit instantâneo na Jamaica e foi a primeira a introduzir elementos da música africana, com a percussão dos tambores dando o tom característico. Prince apelidou-se como "The Voice of the People", expressando a voz dos negros jamaicanos através da música, meio de comunicação bem sucedido comercialmente, e teve seus registros lançados pelo selo britânico Blue Beat, fato que ajudou bastante no desenvolvimento do ska. Do lançamento de seu debut album, "I Feel the Spirit" (1963), até o final da década, Prince Buster gravou uma grande quantidade de músicas para a Blue Beat, que serviram de inspiração para muitos artistas do gênero.



Nessa época, Prince conseguiu grande reconhecimento na Inglaterra, onde fez vários shows com lotação esgotada, além de participar de comerciais de uma emissora de TV. Dois de seus singles viraram hits na terra da rainha: o primeiro deles foi 'Al Capone', que alcançou a 18ª posição nas paradas em 1967, que mais tarde ganhou uma versão atualizada, 'Whine And Grine', e chegou a 21ª posição em 1998. A faixa'Rainy Night in Georgia', de 1972, tinha explícitas referências ao sexo e às drogas, e também ganhou bastante notoriedade. Outra curiosidade da vida de Prince Buster na Inglaterra foi o encontro com a lenda do boxe Muhammad Ali, em 1964, que resultou na conversão do cantor ao islamismo, adotando o nome Yusef Muhammed Ali.



Na década de 70, o cantor, que também era um homem de negócios, afastou-se um pouco da música e se dedicou a seus empreendimentos, mas em um determinado momento passou por dificuldades financeiras. Para sua sorte, o ska estava em um momento de renascimento na Inglaterra, evento que ficou conhecido como a 2ª onda do ska ou era 2-Tone. Em 1979, a banda Madness fez um tributo a Buster ao gravar a música 'The Prince' (o próprio nome da banda é homônimo a uma faixa gravada por Buster). Outras bandas inglesas gravaram covers de Prince, como The Specials e The Beat, além dos americanos do The Toasters. Os royaltes da era 2-Tone ajudaram a reerguer as finanças de Buster e com o sucesso das bandas, o interesse do público em seu trabalho fez com que suas velhas canções fossem relançadas e gerassem boas vendas.



Atualmente, Prince Buster vive em Miami, EUA, e nos últimos anos tem feito aparições esporádicas em shows e festivais na Europa e América do Norte. Entre álbuns de estúdio, participações com outras bandas, compilações e álbuns ao vivo, Prince Buster tem mais de 30 registros e nós disponibilizamos parte desse material de primeiríssima qualidade. Baixe os discos, curta o som e compartilhe o conteúdo!

Downloads - Prince Buster
I Feel the Spirit (1963)
Fly Flying Ska (1964)
It's Burke's Law (1965)
Pain In My Belly (1965)
Ska Lip Soul (1965)
What a Hard Man Fe Dead (1966)
Rock Steady w/ Judge Dread (1967)
Ten Commandments (1967)
Wreck A Pum Pum (1968)
FABulous Greatest Hits (1968)
Tutti Frutti (1968)
15 Oldies but Goodies (1969)
The Message Dub-Wise (1969)
Big Five (1972)
Chi Chi Run w/ Big Youth (1973)


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quarta-feira, 23 de maio de 2012

SKA Wednesday: Dance Hall Crashers

No Ska Wednesday dessa semana vamos com o som de uma banda americana com belos vocais femininos, que une o ritmo jamaicano ao peso do punk rock: Dance Hall Crashers!



Com o nome inspirado na música 'Dance Crasher', do cantor jamaicano Alton Ellis, o Dance Hall Crashers foi fundado em 1989 e liderada inicialmente pela dupla Tim Armstrong e Matt Freeman, que tocavam no Operation Ivy e se encontrariam anos depois no Rancid. Após várias modificações em seu lineup, a banda conseguiu uma formação sólida com Karina Deniké e Elyse Rogers nos vocais, Jason Hammon e Jaime McCormick nas guitarras, o baterista Eric Larsen e Joel Wing no baixo. Com esses integrantes o DHC gravou seu debut album homônimo pela Moon Ska Records em 1990. Pouco tempo após o lançamento, houve a primeira separação do grupo, que durou 2 anos.



Com a pressão feita pelos fãs, o DHC voltou aos palcos em 1992 e no ano seguinte a Moon Records lançou a compilação "1989-1992" em comemoração ao retorno. A formação mudou mais uma vez, entrando Gavin Hammon (bateria), Scott Goodell (guitarra) e Mikey Weiss (baixo). O segundo álbum de inéditas veio em 1995, "Lockjaw", lançado pelo selo MCA Records. O single 'Enough' entrou na trilha sonora do filme 'Angus' e ganhou um vídeoclipe que foi bem exibido na MTV americana.



Em 1996, a coletânea "1989-1992" foi relançada como "The Old Records" pela Fat Wreck Chords, selo de Fat Mike, integrante do NOFX. O próximo registro veio um ano mais tarde. "Honey I’m Homely!", alcançou a 22ª posição em uma das categorias da Billboard, enquanto os singles 'Lost Again' e 'Mr. Blue' eram executados constantemente nas rádios locais e faculdades dos Estados Unidos, também ganhando versões em vídeo. O último trabalho lançado pela MCA Records foi o EP "Blue Plate Special" (1998), contendo faixas que foram gravadas em outras compilações e trilhas sonoras.



"Purr" é o último disco de inéditas do DHC e foi lançado pelo gravadora independente Pink and Black Records, em 1999. Na sequência veio "The Live Record: Witless Banter and 25 Mildly Antagonistic Songs About Love" (2000) e nessa época a banda já estava tocando com menor frequência, limitando as apresentações a Costa Oeste dos Estados Unidos e a outros eventos esporádicos, como as Olímpiadas de Inverno, em Salt Lake City, em 2002. Até então, o momento derradeiro da carreira do Dance Hall Crashers se deu em 2004, quando a banda gravou um show na famosa House of Blues, em Hollywood. Esse registro foi lançado em DVD pela Kung Fu Records, como parte da série The Show Must Go Off! que já teve Reel Big Fish, Circle Jerks, The Adolescents, Goldfinger, dentre outros.



O DHC não chegou a anunciar o seu fim, mas está em hiato por tempo indeterminado. Vamos aguardar que a banda retorne e nos brinde com suas ótimas canções! Enquanto isso, quase toda a discografia da banda está disponível para download logo abaixo. Só não encontramos o primeiro disco, mas assim que conseguirmos, disponibilizaremos também. Baixe os álbuns, curta o som e compartilhe o conteúdo!


DHC - 1989-1992 (1993)
DHC - Lockjaw (1995)
DHC - The Old Record (1989 - 1992) (1996)
DHC - Honey I'm Homely (1997)
DHC - Blue Plate Special (EP) (1998)
DHC - Purr (1999)
DHC - The Live Record Witless Banter & 25 Mildly Antagonistic Songs About Love (2000)
DHC - Live at the House Of Blues - CD (2004)

Acesse:
Dance Hall Crashers - Site Oficial
Dance Hall Crashers no All Music

quarta-feira, 16 de maio de 2012

SKA Wednesday: The Rudimentals

A banda de hoje na nossa seção de ska e derivados vem diretamente da África do Sul. O som fica por conta do The Rudimentals!


Fundada em 2000, na segunda maior cidade da África do Sul, Cape Town, The Rudimentals é um grupo com 8 integrantes que tocam afro reggae e ska de altíssima qualidade. O som é distribuído pelo selo Moon Ska World, que tem em seu time bandas como The Toasters, The Selecter, The Mighty Mighty Bosstones, Chris Murray, Less Than Jake e outros. The Rudimentals é formado por Teboho Bobo Maidza (vocais), Ross MacDonald (trombone, backing vocals), Simon Bates (sax, flauta), Jody Engelbrecht (trompete), Michael Levy (guitarra), Duane Heydenrych (bateria, percussão), Antonio 'Fingers' Cencherle teclado) e Errol 'Bong' Strachan (baixo).



Com dois álbuns lançados, "More Fire" (2003) e "Set It Proper" (2006), acredita-se que os caras estão trilhando um novo caminho para a música de seu país. O primeiro single, 'Gangsta', foi destaque nacional, sendo a música mais baixada por 7 semanas. A canção 'Noh TV' ganhou prêmio como melhor vídeo musical de 2003 e um ano mais tarde, The Rudimentals foi eleita a melhor banda do gênero por uma conceituada revista africana. Ao mesmo tempo, Barry Clausen, o baixista/fundador do grupo decide deixar as atividades e em seu lugar, entrou Errol 'Bong' Strachan, seis vezes campeão sul africano de skate freestyle, considerado uma lenda do esporte em seu continente.



O destaque do segundo disco da banda fica pela junção de Ska, Reggae, Dub, Dancehall, Rock, Jazz Africano e outros ritmos regionais. Os singles 'Radio Skaweto' e 'London Sucks' alcançaram o topo da parada musical local, cada um permanecendo por mais de 3 meses em primeiro lugar. A partir daí, The Rudimentals tem se apresentado com grupos de renome internacional, como The Wailers, The Beat, Mad Caddies, Violent Femmes, Jimmy Eat World, dentre outros.



A banda tem um mini documentário (em inglês) disponível logo abaixo. Veja!



O site oficial do The Rudimentals está temporariamente desativado e não conseguimos informações sobre um novo disco da banda, mas sabemos que no ano passado já havia uma movimentação para seu lançamento. Enquanto o site não volta, disponibilizamos os dois primeiros álbuns para download. Baixe os discos, curta o som e compartilhe o conteúdo!

DOWNLOAD
More Fire (2003)
Set It Proper (2006)



E não deixe de acessar os canais oficiais dos Rudimentals!

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

SKA (Reggae) Wednesday: Katchafire

Popularizado mundialmente por Bob Marley, Peter Tosh e Jimmy Cliff, o reggae voou da Jamaica para outros continentes, chegando a lugares inimagináveis. Um desses lugares é a Nova Zelândia, terra natal da nossa banda de hoje: Katchafire!

O Katchafire foi formado em 1997, em Hamilton, Nova Zelândia. A banda iniciou as atividades como um tributo a Bob Marley (o nome vem do álbum "Catch a Fire" (1973), do The Wailers), mas logo começou a trabalhar em suas próprias canções e a chamar atenção dos ouvintes em seu país. Atualmente a banda é formada por Haani Totorewa (vocais, teclado), Tere Ngarua (baixo), Jordan Bell (bateria, vocais), Jamey Ferguson (vocais, sax, teclado), Logan Bell (vocais, guitarra), Grenville Bell (guitarra) e Leon Davey (vocais, percussão).



A primeira gravação do Katchafire foi a faixa 'Bounce', incluída na coletânea neo-zelandesa "Simply the Best Reggae Album", que também contava com músicas de Desmond Dekker, Eric Clapton, Jimmy Cliff, Peter Tosh, Toots and the Maytals, entre outros. Um ano mais tarde veio a público o debut album, "Revival", que obteve grande sucesso local (disco de platina duplo) e teve o single 'Giddy Up' alcançando a quarta posição nas paradas musicais. O sucessor, "Slow Burning" (2005), também foi disco de platina e manteve a banda entre as mais significativas da Oceania, proporcionando ao Katchafire sua primeira excursão ao Estados Unidos, onde fizeram duas turnês no Hawaii em 2006.



Até o lançamento de seu terceiro disco, "Say What You're Thinking", em 2007, o Katchafire já havia participado em outras 6 compilações na Nova Zelândia. O trabalho mais recente do grupo é o álbum "On the Road Again", lançado em 2010. No ano passado, o Katchafire veio para uma tour no Brasil, onde tocou em vários estados. A banda está em terras brasileiras novamente e já fez shows em Curitiba, Vitória e São Paulo. A tour prossegue nessa semana com apresentação hoje em Porto Alegre com os ingleses do Steel Pulse, amanhã em Florianópolis e no sábado em Maceió com The Wailers.





Abaixo segue a discografia do Katchafire disponível para download. Curta o som e compartilhe o conteúdo!

Revival (2003)
Slow Burning (2005)
Say What You’re Thing (2007)
On The Road Again (2010)

Acompanhe a banda em seus canais oficiais:
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