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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ska Wednesday - Panteón Rococó

Com uma big band vinda diretamente da terra dos mariachis, retomamos as atividades da Ska Wednesday, uma seção iniciada ainda no MUNC CREW e que apresenta bandas de ska, reggae e derivados. Como já diz o nome, a postagem continuará indo ao ar em todas (ou quase todas) as quartas-feiras. Sem mais delongas, vamos com os mexicanos do Panteón Rococó!


O som do Panteón Rococó é baseado na mistura do ska com o rock, mas a banda vai além, inserindo elementos de outros gêneros latinos, como a salsa e a cumbia, e ritmos locais, como a música mariachi e indígena. A história da banda começou em 1995 na Ciudad de Mexico e o primeiro registro veio dois anos depois, quando editaram o EP "Toloache pa'mi negra", contendo 6 faixas. A partir daí, o grupo começou a fazer grandes apresentações, algumas delas apoiando o Exército Zapatista Nacional.



Em 1999, após a gravação de um cassete ao vivo, o Panteón lançou o full album "A la izquierda de la Tierra", nomeado de acordo com ideologia política dos dez integrantes. O trabalho foi muito bem recebido e, na época, foi o disco independente mais vendido do país, fazendo com que logo se tornassem um dos grupos mais populares do gênero entre os jovens mexicanos. Entre as músicas de destaque estão 'Marcos Hall', 'Cúrame' e 'La Dósis Perfecta'.



No ano seguinte o Pantéon Rococó participou de um grande show do cantor e instrumentista Manu Chao em uma arena completamente lotada por 150 mil pessoas. Essa apresentação fez com que a banda ultrapassasse as fronteiras mexicanas e ficasse ainda mais reconhecida pelo seu trabalho. Além disso, os caras fizeram a primeira tour internacional, passando pelos Estados Unidos e Europa. Com o crescente sucesso, o caminho ficou mais fácil para que o grupo faturasse disco de ouro, vendendo 100 mil cópias de "Compañeros Musicales" [2002], produzido por Flavio Cianciarulo, baixista da ótima banda argentina Los Fabulosos Cadillacs. No mesmo ano, o Panteón ganhou o prêmio de 'Banda Revelação' da MTV Latina, confirmando a boa fase.



Em 2004, a dobradinha com Cianciarulo continuou e foi lançado o álbum "Tres Veces Tres", que contou com a participação de importantes músicos latinoamericanos e trouxe músicas que se tornariam clássicos para os fãs, como 'Cumbia del Olvido', 'Reality Shock' e 'La Ciudad de la Esperanza'. Para celebrar os 10 anos de carreira, a banda gravou o CD/DVD "Diez Años - Un Panteón muy Vivo", reunindo os grandes sucessos dos discos anteriores em uma apresentação para aproximadamente 30 mil pessoas.



O quinto álbum de inéditas dos mexicanos, "Panteón Rococó", saiu em 2007 e lhes rendeu mais uma turnê pela América Central, EUA e Europa e até uma rápida passagem pela África. O disco mais recente dos caras é "Ejército de Paz", registrado de forma independente em 2010. Nos quase 15 anos de carreira, a banda coleciona mais de 10 'giras' internacionais e apresentações ao lado de grupos reconhecidos como Foo Fighters, Pixies, Rage Against the Machine, dentre vários outros. Em 2013, a banda foi um dos destaques do festival mexicano Vive Latino!, cujo show você pode conferir no vídeo abaixo.



Como é de praxe, seguem os links para download da discografia do Panteón Rococó. Baixe os discos e compartilhe o conteúdo!


Downloads
- Toloache pa'mi Negra (1997) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- A La Izquierda de la Terra (1999) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- Compañeros Musicales (2002) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- Tres Veces Tres (2004) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- 10 Años - Un Panteón Muy Vivo (2006) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- Panteón Rococó (2007) Clique aqui para baixar - Link Alternativo
- Ejército de Paz (2010) Clique aqui para baixar - Link Alternativo


Siga a banda em seus canais oficiais:

Site Oficial
Facebook

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

5 versões para a mesma canção: Hit the Road Jack


Voltamos com mais uma lista de versões e hoje escolhemos um grande sucesso do rhythm and blues. Gravada por Percy Mayfield em 1960, a música estorou um ano mais tarde na voz de Ray Charles e se tornou uma das faixas mais conhecidas do gênero. Curtam, 'Hit the Road Jack' e algumas de suas muitas (muitas mesmo!) versões!


Versão Original: O bluesman Percy Mayfield foi um cantor e compositor americano, que escreveu varias canções nas décadas de 40 a 60. Sua música de maior sucesso, "Hit the Road Jack", foi um dueto gravado a capella e enviada para o produtor Art Rupe. A letra da música mostra uma mulher velha e cruel mandando Jack cair na estrada e não voltar nunca mais, isso porque ele não é bom e não tem dinheiro. A canção é um tributo ao romance On The Road escrito pelo cultuado Jack Kerouac em 1951.



Versão Soul Master: Nascido em 1930, Ray Charles ficou totalmente cego aos 7 anos e orfão ainda na adolescência. No final dos anos 40, começou sua carreira como cantor e pianista em grupos de música gospel. Inspirado por Nat King Cole, Charles partiu pra outros genêros musicais e lançou vários sucessos influenciados pelo rock'n'roll e R&B. Sua versão para Hit the Road Jack é uma das faixas mais conhecidas de sua vasta discografia e foi gravada em dueto com a cantora Margie Hendricks. Ray faleceu em junho de 2004, 4 meses antes do lançamento de um filme contando sua história musical, que foi protagonizado por Jamie Foxx.



Versão Pop Glam Rock: Com vários hits lançados na década de 70, a baixista e cantora americana Suzi Quatro viveu anos de glória na Europa e Austrália, e teve vários singles no topo das paradas de Portugal e Inglaterra, além da grande ilha da Oceania. Essa notoriedade perdurou até 1982, quando Suzi lançou seu último single de sucesso, 'Heart of Stone'. Após o auge, a artista continuou na música e gravou mais 7 discos de estúdio, o mais recente é "In the Spotlights", de 2011. Nos EUA, Quatro ficou mais conhecida por interpretar uma personagem no sitcom Happy Days. Ela entra na nossa lista com uma versão bastante swingada, com guitarra e teclado muito bem executados.



Versão Reggae: Mais um nome que ficou reconhecido nos anos 70, o deejay e cantor Big Youth iniciou e consolidou sua trajetória musical em Kingston, capital da Jamaica. Antes de entrar para o meio musical, Big Youth era mecânico de motores em um hotel da cidade, local onde compôs seus primeiros hits. O cara trabalhou com grandes astros da música local, como Lee Perry, The Abyssinians, Prince Buster, dentre outros. A versão reggae é bem mais calma, com um andamento lento que se aproxima do rocksteady. Vale a pena conferir!



Versão Metal: Os poloneses do Acid Drinkers estão na ativa desde 1986 tocando thrash metal com influências de heavy metal. Ao longo desses 26 anos, a banda gravou 16 álbuns, sendo dois deles de versões de outros artistas. Hit the Road Jack está na tracklist do disco "Fishdick Zwei – The Dick Is Rising Again", lançado em 2010. A banda lançou um videoclipe para essa faixa, que conta um história que se passa na década de 20, no estado da Pennsylvania, EUA, e contém cenas de jogatina e muitos tiros disparados por belas assassinas.



Versão Ska Jazz Instrumental: Finalizando a nossa lista, os japoneses do Tokyo Ska Paradise Orchestra. A banda surgiu no Japão em 1985 e é a mais conhecida do gênero no país asiático. Fazendo um som que mistura jazz, ska e rock, a banda já tem 17 álbuns no currículo, o último deles, "Walkin'", foi lançado em março de 2012. A versão instrumental de Hit the Road Jack apresenta um baixo marcando toda a estrutura da música, com um naipe de metais tomando as rédeas no refrão e belos solos de guitarra, saxofone e teclado.



Além das faixas apresentadas acima, encontramos pela internet algumas outras versões em diferentes idiomas, como português, francês, polonês e sueco. Conhece alguma versão que poderia entrar nessa lista? Comente o post!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ska Wednesday: The Skatalites [Show]

Para não ficarmos sem post nessa quarta-feira, vamos com uma apresentação sensacional da lendária banda The Skatalites!


O show foi em 2002, no Festival Lokerse Feesten, que acontece na província de Oost-Vlaanderen, Bélgica, desde 1975. Nos 37 anos em que é realizado, o evento já recebeu nomes importantes de diferentes gêneros musicais, como Gil Scott-Heron,Laurel Aitken, Prince Buster, Buzzcocks, Iggy & The Stooges, Jimmy Cliff, Sonic Youth e vários outros. Na edição de 2012, que rolou de 3 a 12 de agosto, alguns dos artistas convidados foram: The Specials, The Beach Boys, Damian 'Jr Gong' Marley, Echo & the Bunnymen, New Order, Machine Head, dentre outros.



Curta e compartilhe o som!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

SKA Wednesday: The Expendables

Mais uma vez a Califórnia vem dar as caras por aqui e hoje trazemos uma banda que une elementos do reggae, surf music, punk rock e ska, resultando em músicas de ótima qualidade, perfeitas para criar aquele clima praiano. Curtam o som do The Expendables!


Apostando na vocação da música californiana e no estilo de vida que levavam - regada basicamente a surf, skate e muita festa - um grupo de amigos decidiu se juntar e formar o The Expendables, no ano de 1997. O lineup do grupo consiste em Geoff Weers (guitarra e vocais), Adam Patterson (bateria e vocais), Raul Bianchi (guitarra) e Ryan DeMars (baixo).



Os três primeiros discos da banda, "No Time To Worry" (2000), "Open Container" (2001) e "Gettin' Filthy" (2004), foram lançados de maneira independente e conseguiram boa vendagem, passando de 40 mil cópias. Durante a tour de divulgação de "Gettin' Filthy", o grupo tocou com o Slightly Stoopid e chamou a atenção dos líderes da banda, que estavam iniciando seu próprio selo e assinaram contrato com os caras. Em 2007, veio o primeiro registro em parceria com a Stoopid Records, "The Expendables", e logo tornou-se um clássico para os fãs.



Nos dois anos seguintes, o grupo continuou tocando e fez centenas de shows em vários lugares do mundo, subindo ao palco ao lado de bandas que são influências diretas para o som do The Expendables, como NOFX, Less Than Jake, Pennywise, dentre outros. No final de 2009, decidiram entrar em estúdio para iniciar as gravações do 5° álbum de inéditas. "Prove It" foi lançado em maio de 2010 e contou a produção de Paul Leary e Aaron 'El Hefe' Abeyta, guitarristas do Butthole Surfers e NOFX, respectivamente. O disco contou com várias participações e foi bem cotado nas paradas americanas.



O trabalho mais recente dos Expendables é o acústico "Gone Soft", registrado em 2012 e traz versões desplugadas para as músicas mais conhecidas do grupo. Atualmente, os caras estão em uma extensa turnê ao lado da banda Iration, que percorrerá os EUA até o dia 9 de novembro, com shows em quase todos os dias.



Baixe a discografia completa da banda nos links abaixo e acesse os canais oficiais de divulgação do The Expendables. Curta e compartilhe o conteúdo!

No Time To Worry (2000)
Open Container (2001)
Gettin' Filthy (2004)
Live at Philadelphia (2006)
The Expendables (2007)
Prove It (2010)
Gone Soft (2012) - Em breve


Site Oficial
The Expendables no MySpace
The Expendables no Facebook
The Expendables no YouTube

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

SKA Wednesday: Tim Armstrong - A Poet's Life

O destaque do MUNC CREW dessa quarta é o vocalista e guitarrista Tim Armstrong, que além de liderar a já clássica banda de punk rock Rancid, integrou o lineup de Operation Ivy, Shaken 69, Downfall, Silencers, Transplants e trabalhou com Jimmy Cliff no EP mais recente do músico jamaicano.


Em 2007, Tim lançou seu primeiro álbum solo, 'A Poet's Life', onde reúne suas maiores influências do reggae e ska em 10 músicas dançantes e bastante animadas. Para a gravação do disco, o vocalista contou com uma banda de peso, que incluía membros atuais e antigos do The Aggrolites e a participação da cantora Skye Sweetnam na faixa 'Into Action'. O álbum foi disponibilizado gratuitamente para download pelo selo Hellcat Records - de propriedade de Armstrong - e um DVD com vídeos de todas as músicas também veio a público. Abaixo você pode conferir algumas canções de 'A Poet's Life' e/ou fazer download do disco completo.







Download: Tim Armstrong - A Poet's Life (2007)

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

SKA Wednesday: Derrick Morgan


Resgatando mais uma postagem que estava parada a algumas semanas, hoje na nossa seção de SKA vamos com mais um cantor clássico da música jamaicana. Curtam o som da lenda, Derrick Morgan!

Nascido em 1940, Derrick Morgan ficou conhecido aos 17 anos ao participar de um show de talentos realizado em Kingston e pouco tempo depois foi integrado a um grupo de comédia popular jamaicana. Nesse período, decidiu comprometer-se totalmente à carreira musical. Sua estreia em um estúdio foi em 1959, quando se juntou ao produtor Duke Reid para gravações com o selo Treasure Isle. As primeiras faixas registradas por Morgan foram 'Lover Boy' e 'Oh My'.



Em 1960, Morgan tornou-se o único artista a ter suas músicas ocupando as sete primeiras posições das paradas jamaicanas simultaneamente. Entre elas estão os hits 'Don't Call Me Daddy', 'In My Heart', 'Be Still' e 'Meekly Wait and Murmur Not'. Um ano mais tarde, surgiu o maior sucesso de sua carreira, 'You Don't Know', faixa que teve a produção de Leslie Kong. A faixa 'You Don't Know' ficou também conhecida como 'Housewives' Choice' e foi a responsável pelo início da rivalidade entre Morgan e Prince Buster, que o acusava de roubar suas ideias. Depois disso, foram várias as músicas de ambos os artistas com letras direcionadas ao rival.



Outro grande hit de Morgan foi lançado em 1962, 'Forward March' celebrava a independência jamaicana em relação ao Reino Unido. Em meados dos anos 60, o cantor continuou lançando material de qualidade, como as clássicas 'Tougher Than Tough' - primeira música em ritmo Rock Steady, 'Do The Beng Beng', 'Conquering Ruler' e um cover de Ben E. King, 'Seven Letters', considerado o primeiro single do reggae tradicional.



Ao longo das décadas seguintes, Derrick Morgan fez parcerias com diversos artistas, como Desmond Dekker, Judge Dread, Hortense Ellis, dentre outros. Nos anos 90 e 2000, foram lançadas várias coletâneas com faixas que marcaram a trajetória de Morgan e a história da música jamaicana. Além disso, o músico compôs algumas canções interpretadas por outras pessoas, que venceram o Festival Song Contest no Jamaican Independence Festival.



Em 2002, foi realizado um evento no Canadá chamado Legends of Ska que reuniu artistas jamaicanos, como The Skatalites, Rico Rodriguez, Patsy Todd, Doreen Shaffer e muitos outros. Em 2007, a canção de Morgan 'Tougher Than Tough' entrou na trilha sonora do jogo Scarface: The World is Yours. Dois anos depois, foi lançado o DVD Derrick Morgan Live At The 100 Club London.

Acessem os links abaixo e conheçam melhor o som de Derrick Morgan!
Downloads
Seven Letters (1969)
Moon Hop (1970)
People Decision (1977)
Still in Love - feat. Hortense Ellis (1977)
The Legend of Derrick Morgan vol.1 (1980)
I am the Ruler (1992)
Love City
Time Marches On


derrickmorgan.co.uk
Derrick Morgan no MySpace

quarta-feira, 25 de julho de 2012

SKA Wednesday: The Porkers

Nessa semana vamos apresentar uma banda de Ska 3rd wave bastante desconhecida pela grande massa. Conheçam o som dos australianos do The Porkers!


Formado por dois rude boys que estavam decepcionados pelo fim de suas bandas de ska favoritas, o grupo iniciou sua trajetória em 1987 na cidade de New Castle/Austrália com o nome The Pork Hunts, mas por ser considerado um termo ofensivo, três anos mais tarde tiveram que assumir a alcunha atual: The Porkers. Justamente por conta dessa mudança forçada, o primeiro EP recebeu o título "Tired of Being Pork Hunts" (Cansados de ser os 'Pork Hunts') e trazia um som que mesclava ska, reggae e rock. Como na maioria das bandas, muitos integrantes já passaram pelo lineup dos Porkers e restaram somente dois membros da formação original: o frontman Pete 'Porker' Cooper e o saxofonista Phil 'Bigfil' Barnard. Completando o grupo estão Rodney 'Rocket' Palmer (bateria), David 'Gutsy' Gale (guitarra), Jeremy 'Dr. J' Griffiths (trompete), Lucian 'Lou' McGuiness (trombone) e Justin Lipscombe (baixo).



Com o trabalho já bem reconhecido em terras australianas, os caras lançaram seu primeiro full album, "Grunt!" (1994), e entraram no mercado norte americano pelo renomado selo Moon Ska Records. O disco era uma mistura de faixas ao vivo e de estúdio, além de incluir alguns covers. A partir daí, os Porkers começaram a fazer turnês na Europa, Japão e EUA, e a se apresentar com grandes nomes da música, como The Slackers, Laurel Aitken, Fishbone, Mighty Mighty Bosstones, Rancid, dentre outros.



Em mais de 25 anos de carreira, os Porkers lançaram mais de 16 discos, entre full lengths, EP's e álbuns ao vivo, a maioria distribuída pelo selo Sound System Records, pertencente ao vocalista Pete Cooper. O registro mais recente da banda é o DVD "Persistence Is Futile", que veio a público em 2009.



Atendendo ao pedido de um dos integrantes da banda, removemos os links de download. Entrem em contato pelas redes sociais ou email!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

SKA Wednesday: The Bodysnatchers

Hoje vamos revisitar mais uma vez a era 2 Tone pra falar de um grupo feminino que fez boas músicas apesar da curta duração. O som fica por conta do The Bodysnatchers!



Quando eu disse na chamada que a banda existiu por pouco tempo, não era brincadeira. The Bodysnatchers foi uma banda feminina de ska e rocksteady criada por Nick Summers em 1979 e durou apenas dois anos. Nicky trabalhava como vendedora de frutas em Londres e quando viu um show do The Specials ficou impressionada com a música e a diversão transmitida pelos caras. Imediatamente ela publicou um anúncio na imprensa musical em busca de pessoas com a mesma vontade de montar uma banda. Mulheres de diferentes áreas de atuação manifestaram interesse, entre elas uma funcionária pública, uma designer de moda, uma secretária, uma salva-vidas, uma ilustradora freelancer e uma estudante. A formação ficou a seguinte: Rhoda Dakar (vocais), Nick Summers (baixo), Stella Barker (guitarra), Sarah Jane Owen (guitarra), Pennie Leyton (teclados), Miranda Joyce (saxofone) e a baterista Jane Summers, que posteriormente foi substituída por Judy Parsons.



O primeiro show das Bodysnatchers foi em novembro de 1979, abrindo para a banda de punk rock The Nips. Logo na segunda apresentação, as moças receberam o convite do The Selecter para acompanhá-los em uma turnê. No início de 1980, depois de apenas alguns meses em atividade, o grupo assinou com a 2 Tone Records e gravou suas primeiras faixas: 'Let's Do Rock Steady', versão para um clássico de Dandy Livingstone, e 'Ruder Than You', composição original das Bodysnatchers. Havia uma certa desconfiança sobre a banda devido a inexperiência das integrantes, que admitiam não ser muito competentes com seus instrumentos. O single entrou nas paradas inglesas em 44° lugar e chegou até a 16ª posição, que lhes rendeu uma aparição no Top Of The Pops. Posteriormente, elas se apresentaram no programa de TV 'So it Goes', o mesmo onde o Sex Pistols havia se apresentado pela primeira vez a 4 anos antes. A banda também encontrou tempo para gravar uma sessão para John Peel, que tinha sido um fã da 2 Tone desde o seu início.



A música escolhida para o single seguinte foi 'Easy Life', tendo como b-side um cover de Winston Francis para a faixa 'Too Experienced'. Nessa época, a 2 Tone Records estava perdendo sua força e a banda também entrou em baixa. O grupo ainda participou de turnês com outras grandes bandas, como The Specials, Toots and the Maytals, Madness, dentre outros. Além disso, a banda fez parte do famoso show/documentário "Dance Craze", também produzido pela 2 Tone. Em outubro de 1980, as Bodysnatchers fizeram seu último show em Londres. A banda citou as 'diferenças musicais' como o motivo para separação, com a alegação de que algumas integrantes queriam seguir para um lado mais político e outras estavam em busca de uma carreira mais pop. Após o fim da banda, a vocalista Rhoda Dakar chegou a integrar o The Special AKA, enquanto outras integrantes formaram um outro grupo feminino, The Belle Stars, que durou até 1986.



Abaixo, seguem os links para download dos sons do The Bodysnatchers. Curta o som e compartilhe o conteúdo!

Let's Do Rock Steady (1979)
Live in Folkenstone / Peel Session (1979)

quarta-feira, 27 de junho de 2012

SKA Wednesday: Los Hooligans

Nessa semana vamos apresentar mais uma atração californiana, afinal o lugar é um reduto de ótimas bandas. Curtam o ska e as fusões da banda Los Hooligans!



Homônimos do grupo de rock mexicano dos anos 60, Los Hooligans se juntaram em 1992 na cidade de Fresno, Califórnia, e nesses 20 anos de carreira, a banda faz um som de ótima qualidade, combinando o ska jamaicano tradicional, ritmos latinos e a boa música norte americana, como o jazz e o rhythm and blues. O grupo foi formado pelos amigos de universidade Tony Luna (trompete/vocais), Randy Young (vocais) e Frank Zamora (saxofone barítono). Completando o lineup do grupo estão Matt Carroll (trombone), Paul Lucckesi (saxofone alto), Eric Cymanski (trompete), Todd Doucet (sax tenor), Adam Elmore (baixo), AJ Fox (guitarra/vocais), Raymond Gonzalez (percussão) e Tony Montanez (bateria).



Apesar da banda existir há 2 décadas, apenas dois discos foram lançados, "Traditions" (1997), pela Moon Ska Records, e "Mafioso Ska" (2005), pela Shantytown Records. Além desses dois registros, a banda foi incluída em algumas compilações de selos do gênero. Outra participação importante foi no álbum de estreia da banda Soulfly, do brasileiro Max Cavalera. Los Hooligans já excursionaram com diversas bandas relevantes do ska, como The Skatalites, The Specials, Bad Manners, Dance Hall Crashers, The Aggrolites, The Beat, entre várias outras.



Disponibilizamos abaixo os dois álbuns do Los Hooligans para download. Baixe os álbuns e compartilhe o som!

Los Hooligans - Traditions (2007)
Los Hooligans - Mafioso Ska (2005)

Para saber mais sobre a banda:

Los Hooligans no MySpace
Los Hooligans no Facebook
Los Hooligans no All Music
Los Hooligans no ReverbNation

quarta-feira, 20 de junho de 2012

SKA Wednesday: Antwerp Gipsy-Ska Orchestra

O post de hoje é curto, mas é de coração. Haha. Falaremos um pouco sobre uma banda belga que conheci há algumas semanas e achei o som muito bacana! Vale a pena conhecer a Antwerp Gipsy-Ska Orchestra!


A Antwerp Gipsy-Ska Orchestra foi criada na Bélgica, em 2004, quando seis músicos uniram-se para juntar a energia da música cigana com o groove da música jamaicana. A banda é formada por Gregor Engelen (vocais e trompete), Mukti Gabriels (guitarra e backing vocals), Filip Vandebril (baixo), Suhamet Latifi (teclados), Roel Poriau (bateria e samples) e Nathan Daems (sax e backing vocals).



A AGSO é uma banda versátil e completa. Tem a credibilidade da arte das ruas, boa energia no palco, grande variedade de ritmos e melodias marcantes. Com dois discos lançados, "Tuttilegal" (2007) e "I Lumia Mo Kher" (2011), os caras recebem críticas muito positivas em seu país e tem uma agenda de shows movimentada, com várias apresentações caseiras e em outros países da Europa.



Infelizmente não conseguimos encontrar os álbuns para download, mas a banda disponibilizou o segundo disco para audição. Ouça!



Siga o som do grupo em seus canais oficiais!

Site Oficial
AGSO no MySpace
AGSO no Facebook
AGSO no YouTube

quarta-feira, 13 de junho de 2012

SKA Wednesday: Hepcat

Hoje vamos com mais uma banda da Califórnia e desta vez quem aparece por aqui são os caras do Hepcat com ska e reggae de primeiríssima qualidade!


O Hepcat foi criado em 1989 e diferente das outras bandas de ska que vinham aparecendo na época, o som dos caras recebeu mais influências da 'primeira onda' do gênero - o verdadeiro Jamaican Ska - carregado de harmonias e melodias. A formação atual do grupo é composta por Greg Lee (vocais), Alex Désert (vocais), Deston Berry (teclado e vocais), Efren Santana (sax tenor), Kincaid Smith (trompete), Lino Trujillo (guitarra) e Greg Narvas (bateria).



O nome da banda foi criado na sala da casa de Alex no momento em que seu gato, Hep, cruzou o recinto. As exclamações foram exaltadas: "Hep cat!", "Yeah! The Hepcats!", "No. It's gotta be Hepcat. No 'the', no 's' (Não. Tem que ser Hepcat. Sem 'os' e sem 's')". O primeiro álbum da banda foi lançado em 1993, "Out of Nowhere", pelo famoso selo Moon Ska Records. O disco trazia uma ótima versão de 'Hooligans', música de Bob Marley, e foi muito bem recebido pelo público, tornando-se um clássico de sua geração. O segundo registro, "Scientific", veio em 1996 pela BYO Records, que já havia lançado trabalhos de 7 Seconds, NOFX e Rancid. A partir daí, o Hepcat se consolidou e saiu em turnês pela América do Norte e Europa.



Os dois próximos discos, "Right On Time" (1998) e "Push 'n Shove" (2000), saíram pela Hellcat Records, gravadora de Tim Armstrong, vocalista e guitarrista do Rancid. Antes mesmo do lançamento do quarto álbum, a banda se desfez sem nenhuma explicação. Greg Lee mudou-se para Costa Rica, enquanto Alex Desert estava ocupado como ator filmando para a CBS. O hiato durou 3 anos. E da mesma que o grupo se separou, aconteceu o retorno, anunciado sem muito alarde em um jornal de Los Angeles. O show foi realizado na renomada House of Blues, causando grande comoção e agitação entre os fãs, que esgotaram os ingressos da casa.



Após o retorno em grande estilo, a banda relançou o primeiro álbum com duas músicas de bônus e no ano de 2011 veio a público um disco ao vivo, "Live at The Whiskey a Go-Go". O Hepcat continua na ativa fazendo apresentações esporádicas nos Estados Unidos. Abaixo disponibilizamos pra vocês os 4 álbuns de inéditas + 2 registros ao vivo dessa banda espetacular! Curta o som e compartilhe o conteúdo!

Download - Hepcat - Discos de estúdio
Out of Nowhere (1993)
Scientific (1996)
Right On Time (1998)
Push 'n Shove (2000)


Bônus - Hepcat Live!
Live In Chicago (1998)
Live In Amsterdam (2010)



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quarta-feira, 6 de junho de 2012

SKA Wednesday: Judge Dread


O post de hoje é dedicado a um britânico que despontou para a música na década de 70 e foi um dos líderes no renascimento do ska na Inglaterra. Com vocês, Judge Dread!

Nascido como Alexander Minto Hughes, nosso cara iniciou-se na música como DJ em uma rádio do distrito de Brixton, Inglaterra, nos idos da década de 60.


Foi o cantor jamaicano Prince Buster que o impulsionou a gravar suas próprias músicas e foi inspirado pelo disco "Big Five" (1972), que Hughes fez sua primeira gravação. O registro teve como base a canção de Verne & Son, 'Little Boy Blue', onde Hughes recitou uma série de rimas hilariamente rudes. O codinome Judge Dread foi escolhido em homenagem a Buster, que tinha uma música com o mesmo nome. O single foi intitulado como 'Big Six' e alcançou grande sucesso, principalmente devido às proibições das rádios, que consideravam a letra ofensiva.



O sucesso do primeiro single fez com que Judge Dread se tornasse o primeiro artista branco a ter um 'reggae hit' na Jamaica e no mesmo ano do lançamento de 'Big Six', Hughes desembarcou em Kingston para se apresentar para uma multidão bastante animada. De volta a Grã-Bretanha, o cantor emplacou 'Big Seven' e 'Big Eight' nas paradas, porém, seu primeiro álbum, "Dreadmania", não chegou nem perto do sucesso que seus singles alcançaram. Paralelo a situação, Judge se juntou ao The Wailers e a Desmond Dekker para a realização de um concerto em benefício à população da Etiópia, liberando em sequência o single 'Molly', que foi o primeiro do cantor que não continha nenhuma insinuação sexual. Mesmo assim, as rádios continuaram a censurá-lo, ainda que Hughes tenha tentado adentrar nas programações com pseudônimos (chegou a usar JD Alex e Jason Sinclair), mas a BBC não se deixou enganar e proibiu independentemente do conteúdo.



O segundo álbum, "Working Class 'Ero" (1974), também não obteve muito êxito, mas Judge Dread conseguiu retomar o sucesso nas paradas com uma versão de 'Je T'aime', ainda mais sugestiva que a original. O próximo disco, "Bedtime Stories", de 1975, chegou ao Top 25 e a partir desse registro vieram vários singles, ficando em posições medianas. A música 'Y Viva Suspenders' provou ser bastante popular na época de seu lançamento, em 1976. Com o crescimento do punk rock na Inglaterra, o ska e o reggae foram perdendo espaço e Hughes desejava o retorno, como o próprio nome do álbum de 1976 dizia, "Bring Back The Skins". No entanto, o artista era capaz de escrever mais do que batidas rudes e letras falando sexo. A canção 'A Child's Prayer' foi escolhida por Elvis Presley para ser gravada como um presente para sua filha, mas o Rei do Rock faleceu antes que isso pudesse acontecer.



Após esse período, as músicas de Judge não tiveram mais o destaque anterior, mas o cantor continuou a lançar álbuns esporádicos e a fazer pequenas apresentações. E foi exatamente nos palcos que o cantor viveu seus últimos momentos, literalmente. Em maio de 1998, no final de um show no Canterbury Club, Judge Dread retornou ao palco para dar uma última saudação ao público, quando teve um ataque cardíaco e faleceu. Inicialmente, o público chegou a duvidar do ocorrido, devido a reputação piadista do cantor, e pensaram que fazia parte do show, até que um paramédico que estava na plateia percebeu e foi socorrê-lo. Hughes foi declarado morto na entrada do hospital.



Não conseguimos encontrar a discografia completa do cantor para disponibilizá-la para download, mas seguem alguns registros. Baixe os discos, escute o som e compartilhe o conteúdo!

Bedtime Stories (1975)
Last of the Skinheads (1976)
King of Rudeness (1989)
Dread, White and Blue (1996)
Ska Fever
The Legendary Judge Dread vol.1
The Legendary Judge Dread vol.2

Para saber mais sobre a vida e carreira de Judge Dread, acesse: judgedread.co.uk

quarta-feira, 30 de maio de 2012

SKA Wednesday: Prince Buster

Hoje na nossa seção semanal dedicada à música jamaicana vamos com o som de um dos caras mais importantes da história do ska: Prince Buster!


Nascido em 1938, Cecil Bustamante Campbell, mais conhecido como Prince Buster, é um dos nomes mais representativos da música jamaicana, ao lado dos The Skatalites, Laurel Aitken, Desmond Dekker, dentre outros. Buster iniciou sua carreira profissional em 1956 e formou várias bandas com amigos, que não obtiveram êxito. A maturidade musical foi atingida um pouco mais tarde, com o crescimento dos sound systems nas ruas de Kingston. Clement Dodd, operador de um dos sound systems mais conhecidos da Jamaica, o contratou como segurança, devido à sua habilidade como pugilista amador. Foi nessa época que ele ganhou o apelido 'The Prince' (O Príncipe) e anexou o Buster (diminutivo de seu primeiro sobrenome, Bustamante) para formar seu nome artístico.



Em 1960, Buster produziu a música 'Oh Carolina', dos Folkes Brothers. A canção virou um hit instantâneo na Jamaica e foi a primeira a introduzir elementos da música africana, com a percussão dos tambores dando o tom característico. Prince apelidou-se como "The Voice of the People", expressando a voz dos negros jamaicanos através da música, meio de comunicação bem sucedido comercialmente, e teve seus registros lançados pelo selo britânico Blue Beat, fato que ajudou bastante no desenvolvimento do ska. Do lançamento de seu debut album, "I Feel the Spirit" (1963), até o final da década, Prince Buster gravou uma grande quantidade de músicas para a Blue Beat, que serviram de inspiração para muitos artistas do gênero.



Nessa época, Prince conseguiu grande reconhecimento na Inglaterra, onde fez vários shows com lotação esgotada, além de participar de comerciais de uma emissora de TV. Dois de seus singles viraram hits na terra da rainha: o primeiro deles foi 'Al Capone', que alcançou a 18ª posição nas paradas em 1967, que mais tarde ganhou uma versão atualizada, 'Whine And Grine', e chegou a 21ª posição em 1998. A faixa'Rainy Night in Georgia', de 1972, tinha explícitas referências ao sexo e às drogas, e também ganhou bastante notoriedade. Outra curiosidade da vida de Prince Buster na Inglaterra foi o encontro com a lenda do boxe Muhammad Ali, em 1964, que resultou na conversão do cantor ao islamismo, adotando o nome Yusef Muhammed Ali.



Na década de 70, o cantor, que também era um homem de negócios, afastou-se um pouco da música e se dedicou a seus empreendimentos, mas em um determinado momento passou por dificuldades financeiras. Para sua sorte, o ska estava em um momento de renascimento na Inglaterra, evento que ficou conhecido como a 2ª onda do ska ou era 2-Tone. Em 1979, a banda Madness fez um tributo a Buster ao gravar a música 'The Prince' (o próprio nome da banda é homônimo a uma faixa gravada por Buster). Outras bandas inglesas gravaram covers de Prince, como The Specials e The Beat, além dos americanos do The Toasters. Os royaltes da era 2-Tone ajudaram a reerguer as finanças de Buster e com o sucesso das bandas, o interesse do público em seu trabalho fez com que suas velhas canções fossem relançadas e gerassem boas vendas.



Atualmente, Prince Buster vive em Miami, EUA, e nos últimos anos tem feito aparições esporádicas em shows e festivais na Europa e América do Norte. Entre álbuns de estúdio, participações com outras bandas, compilações e álbuns ao vivo, Prince Buster tem mais de 30 registros e nós disponibilizamos parte desse material de primeiríssima qualidade. Baixe os discos, curta o som e compartilhe o conteúdo!

Downloads - Prince Buster
I Feel the Spirit (1963)
Fly Flying Ska (1964)
It's Burke's Law (1965)
Pain In My Belly (1965)
Ska Lip Soul (1965)
What a Hard Man Fe Dead (1966)
Rock Steady w/ Judge Dread (1967)
Ten Commandments (1967)
Wreck A Pum Pum (1968)
FABulous Greatest Hits (1968)
Tutti Frutti (1968)
15 Oldies but Goodies (1969)
The Message Dub-Wise (1969)
Big Five (1972)
Chi Chi Run w/ Big Youth (1973)


Prince Buster no MySpace
Prince Buster no Facebook
Prince Buster no All Music

quarta-feira, 16 de maio de 2012

SKA Wednesday: The Rudimentals

A banda de hoje na nossa seção de ska e derivados vem diretamente da África do Sul. O som fica por conta do The Rudimentals!


Fundada em 2000, na segunda maior cidade da África do Sul, Cape Town, The Rudimentals é um grupo com 8 integrantes que tocam afro reggae e ska de altíssima qualidade. O som é distribuído pelo selo Moon Ska World, que tem em seu time bandas como The Toasters, The Selecter, The Mighty Mighty Bosstones, Chris Murray, Less Than Jake e outros. The Rudimentals é formado por Teboho Bobo Maidza (vocais), Ross MacDonald (trombone, backing vocals), Simon Bates (sax, flauta), Jody Engelbrecht (trompete), Michael Levy (guitarra), Duane Heydenrych (bateria, percussão), Antonio 'Fingers' Cencherle teclado) e Errol 'Bong' Strachan (baixo).



Com dois álbuns lançados, "More Fire" (2003) e "Set It Proper" (2006), acredita-se que os caras estão trilhando um novo caminho para a música de seu país. O primeiro single, 'Gangsta', foi destaque nacional, sendo a música mais baixada por 7 semanas. A canção 'Noh TV' ganhou prêmio como melhor vídeo musical de 2003 e um ano mais tarde, The Rudimentals foi eleita a melhor banda do gênero por uma conceituada revista africana. Ao mesmo tempo, Barry Clausen, o baixista/fundador do grupo decide deixar as atividades e em seu lugar, entrou Errol 'Bong' Strachan, seis vezes campeão sul africano de skate freestyle, considerado uma lenda do esporte em seu continente.



O destaque do segundo disco da banda fica pela junção de Ska, Reggae, Dub, Dancehall, Rock, Jazz Africano e outros ritmos regionais. Os singles 'Radio Skaweto' e 'London Sucks' alcançaram o topo da parada musical local, cada um permanecendo por mais de 3 meses em primeiro lugar. A partir daí, The Rudimentals tem se apresentado com grupos de renome internacional, como The Wailers, The Beat, Mad Caddies, Violent Femmes, Jimmy Eat World, dentre outros.



A banda tem um mini documentário (em inglês) disponível logo abaixo. Veja!



O site oficial do The Rudimentals está temporariamente desativado e não conseguimos informações sobre um novo disco da banda, mas sabemos que no ano passado já havia uma movimentação para seu lançamento. Enquanto o site não volta, disponibilizamos os dois primeiros álbuns para download. Baixe os discos, curta o som e compartilhe o conteúdo!

DOWNLOAD
More Fire (2003)
Set It Proper (2006)



E não deixe de acessar os canais oficiais dos Rudimentals!

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quarta-feira, 2 de maio de 2012

SKA Wednesday: Ska pelo mundo - Vídeos


Mais uma semana se passou e quarta-feira é dia de SKA no MUNC CREW! Porém, excepcionalmente, hoje não teremos post sobre algum grupo específico, devido a preguiça falta de tempo desse que vos fala para pesquisar e escrever. Nesta jornada trarei para vocês uma seleção de vídeos de bandas de reggae e ska de vários lugares do mundo! Pode ser que algumas bandas voltem ao blog num futuro próximo... Check!

Para começar vamos com uma das vozes mais poderosas da Jamaica e que já apareceu por aqui!

Laurel Aitken (Jamaica)



Laurel Aitken - MUNC CREW
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The Bodysnatchers (Inglaterra)



The Bodysnatchers - 2 Tone Records (em inglês)
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MU330 (EUA)



www.mu330.com
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The Rudimentals (África do Sul)



www.rudimentals.co.za
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Nana Pancha (México)



Nana Pancha - MySpace
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Ore Ska Band (Japão)



www.oreskaband.com
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Rádio Ska (Brasil)



Rádio Ska - Wikipedia
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The Abyssinians (Jamaica)



www.theabyssinians.com
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Katchafire (Nova Zelândia)



www.katchafire.co.nz
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La Vela Puerca (Uruguai)



www.velapuerca.com
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Babylon Circus (França)



www.babyloncircus.com
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The Aquabats! (EUA)



www.theaquabats.com
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The Kingstonians (Jamaica)



The Kingstonians - All Music (em inglês)


Voltaremos na próxima semana com nossa programação normal. Hehe.
Abrazz.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

SKA Wednesday: Móveis Coloniais de Acaju


Semana passada me peguei ouvindo esses caras que há muito não tinham a minha atenção e que eu sempre quis postar no blog. Trata-se de uma banda nacional que mistura várias influências para criar seu estilo, denominado pelo próprio grupo como 'Feijoada Búlgara'. Hoje o som fica por conta dos Móveis Coloniais de Acaju.


Formada em Brasília, no ano de 1998, a banda faz uma verdadeira mistura de ritmos para criar seu som, juntando elementos musicais do leste europeu e da música brasileira ao rock e ao ska. O nome da banda é baseado em um evento histórico fictício: um suposto conflito unindo índios e portugueses contra os ingleses na Ilha do Bananal, no estado do Tocantins. Atualmente, os 'Móveis' são: André Gonzales (voz), BC (guitarra), Beto Mejía (flauta transversal), Eduardo Borém (teclados, gaita e escaleta), Esdras Nogueira (sax barítono), Fabio Pedroza (baixo), Paulo Rogério (sax tenor), Gabriel Coaracy (bateria) e Xande Bursztyn (trombone).


O primeiro registro do MCA ocorreu em 2000, um EP com 6 músicas produzidas pela própria banda. Entre as canções estão 'Raul', que fala sobre a insistência do público ao pedir a banda para tocar os sons do Rei do Rock brazuca e a dupla 'Swing I' e 'Swing II', que teriam ainda a companhia da intermediária 'Swing Hum e Meio', no primeiro álbum. "Idem" foi lançado em 2005 e foi produzido por Rafael Ramos, que já trabalhou com Raimundos, Matanza, Dead Fish, entre outros. O disco teve boa aceitação e atingiu a marca de duas mil cópias vendidas nos dez primeiros dias. Os destaques ficam por conta da romântica 'Aluga-se Vende', os devaneios de 'Copacabana', o sambinha em 'E Agora, Gregório?', a agitada 'Esquilo Não Samba' e o hit 'Seria o Rolex?'.


Dois anos mais tarde, a banda se juntou ao guitarrista e vocalista Gabriel Thomaz (Autoramas, Little Quail and the Mad Birds) para gravar o compacto "Vai Thomaz no Acaju", com apenas três músicas, duas de autoria de Gabriel, na época do Little Quail, e um cover do grupo de rap brasiliense Câmbio Negro. Em 2009, veio o tão esperado segundo álbum de estúdio, intitulado "C_mpl_te", que manteve o alto nível de composições do grupo, mesmo com a saída de seu principal letrista, o guitarrista Leonardo Bursztyn. Inicialmente, o álbum foi lançado para download digital, tendo suas faixas (aúdio e vídeo, gravados ao vivo) liberadas uma a cada dia no site dos Móveis Coloniais de Acaju. Nesse registro, destaco as dançantes 'Bem Natural' e 'Descomplica', a cheia de classe 'Pra Manter ou Mudar' e as ótimas letras dos singles 'Sem Palavras' e 'O Tempo'.


Mesmo tendo um tempo de intervalo considerável para o lançamento de seus álbuns de estúdio, o MCA não para nunca. A banda está sempre metida com projetos em Brasília, também em outras cidades e na internet. Uma das iniciativas foi a participação no projeto ambiental TAMAR com a música 'Mergulha e Voa'. Em 2011, o cantor Leoni também fez parceria com os Móveis na canção 'Dois Sorrisos', que tem um clipe bastante interativo, encantando vários casais no dia dos namorados. Outro projeto interessante é o Adoro Couve, em que o grupo faz releituras inusitadas de clássicos (ou não) de vários gêneros. Além de um cover deles mesmos, o MCA já fez sua versão para Novos Baianos, Flaming Lips, Back Street Boys, Ultraje a Rigor, Talking Heads, Cartola, Trio Esperança e Metallica.


Um exemplo do grande trabalho do MCA é o Festival Móveis Convida, que teve início em 2005 e promove o intercâmbio musical e cultural entre bandas brasilienses, de outros estados e países. Em 12 edições já se apresentaram mais de 500 artistas, entre eles estão Pato Fu, Black Drawing Chalks e os argentinos do Dancing Mood. Além de ter seu próprio festival, os Móveis se destacam em vários outros eventos pelo Brasil e já tocaram ao lado de Weezer, Alanis Morisete, The Slackers e Voodoo Glow Skulls. O registro mais recente da banda é o show realizado no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, que rendeu imagens para a gravação do primeiro DVD. Paralelo a seus projetos, os caras estão em estúdio para gravar o terceiro disco de estúdio, que ainda não tem nome. Já dá pra conferir algumas músicas novas por aqui.


Enquanto a gente espera o disco dos Móveis Coloniais de Acaju, o MUNC CREW indica a discografia da banda para download. Baixe os álbuns, compartilhe o som e compre o material original de uma das bandas mais atuantes na música brasileira!


Acompanhe o MCA em seus canais oficiais:

quarta-feira, 18 de abril de 2012

SKA Wednesday: La Banda Skalavera


O post de hoje é sobre uma banda latina formada em Los Angeles e faz um ska cheio de influências da melhor qualidade. Conheçam o som de La Banda Skalavera!

La Banda Skalavera
Fundada no verão de 1998, La Banda Skalavera conta com 11 músicos que conseguem unir suas diferentes referências musicais desde a Salsa, Tango, Punk, Ska, Reggae e Cumbia. O naipe de metais se sobressai nas canções, o que não poderia ser diferente, afinal, dos 11 integrantes, mais da metade tocam instrumentos de sopro e o grupo já subiu ao palco com até sete 'metaleiros'. A banda é composta por George Mercado (guitarra e vocais), Jimmy Cisneros (bateria), Kyle Armstrong (teclados), Jose Zamora (percussão), Albert Noriega (baixo), Jesus Barron (trombone), Jeff Girard (trombone), Gilbert Rodriguez (trompete), David Romero (trompete), Matt Pillar (sax tenor) e Brian Whitaker (sax barítono).



Por ser um grupo que incorpora outros estilos musicais ao ska, La Banda Skalavera teve um início difícil para conquistar o público, porém, de acordo com o aumento da exposição do grupo, a 'confiança' dos ouvintes também aumentava. Isso porque muitos jovens que vivem nas periferias da Califórnia encontram expressão para suas frustrações individuais através das letras da LBS, que relatam experiências vividas pelo vocalista George Mercado, em sua infância pobre em Los Angeles e em Monterrey, no México.



Em 2009, a LBS foi indicada e premiada no MTV Video Music Awards, na categoria Best Breakout Artist Of Los Angeles, em que foi selecionada entre mais de 100 bandas concorrentes. O VMA abriu muitas portas para o grupo, que conseguiu contratos para lançamento de suas músicas na Europa e América do Sul. Dois anos mais tarde, os caras tocaram no renomado festival alternativo Vans Warped Tour, ao lado de Less Than Jake, The Aggrolites, Sum 41, entre outros. Outros shows foram realizados ao lado de grupos importantes como The Skatalites, The Aquabats e Voodoo Glow Skulls.





Achar informações sobre a discografia da LBS é um bocado complicado, no entanto conseguimos encontrar 2 álbuns e os disponibilizamos para download. Conheça mais o som de La Banda Skalavera e compartilhe o conteúdo!

No Está Mal (2005)
La Banda Skalavera (2008)

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quarta-feira, 11 de abril de 2012

SKA Wednesday: Sekta-Core

Hoje a nossa seção semanal de ska vai até o México e apresenta pra vocês uma ótima banda que conheci há poucas semanas e achei bem bacana: Sekta-Core!


Na estrada desde 1994, a Sekta-Core é uma banda de Atizapán, México, que faz um ska-core bem pesado (mais "core" do que "ska"). Como quase todo grupo musical, a ideia inicial dos caras era se divertir e fazer um som que gostassem. Com o passar do tempo as coisas foram mudando, o trabalho deles foi sendo reconhecido e o quarteto fundador deciciu se dedicar mais ao trabalho da Sekta Core.



As influências da Sekta-Core são variadas e vão do punk de Sex Pistols e Ramones, passando pelo peso de Hatebreed e Slayer e desaguando na era 2Tone de Madness e The Specials. Atualmente a banda conta com dois membros originais, Jorge Salcedo (vocais/guitarra) e Miguel Rizo (bateria). Completando a formação estão Armando "Dillo" Vázquez (teclados), Diego Trejo (guitarra), Ivan "Bam" Rubio (baixo), Roberto Cervantez (trombone) Tino (trompete) e Clemente Ruiz (guitarra).



Em sua discografia, os mexicanos possuem os seguintes registros: "Una Noche En La Colonia - Demo" (1996), "Morbo's Club" (1998), "Infierno" (2000), "Con Fuerza!" (2002), "Sekta-Core y Royal Club - Split" (2005), "Unidad, Lealtad, Comunitad - En vivo!" (2006), "Bestias vs Hombres" (2008), "Evil 6" (2010) e "Honor 6" (2011). Os dois últimos trabalhos compõem a trilogia '666' e ainda falta a Sekta-Core liberar sua parte derradeira.



Dessa vez, as informações são poucas, mas como sempre, o MUNC CREW quebra o galho e disponibiliza a discografia da banda da semana pra vocês. Conheça mais o som da Sekta-Core e compartilhe o conteúdo!

Una Noche En La Colonia - Demo (1996)
Morbo's Club (1998)
Infierno (2000)
Con Fuerza! (2002)
Sekta-Core y Royal Club - Split (2005)
Unidad, Lealtad, Comunitad - En vivo! (2006)
Bestias vs Hombres (2008)
Evil 6 (2010)
- Esse não deu pra fazer upload (fail nosso), mas dá pra ouvir clicando no link! o/
Honor 6 (2011)

Acompanhe a Sekta-Core nos canais oficiais
Facebook Oficial - Sekta-Core
myspace.com/sektacore

quarta-feira, 4 de abril de 2012

SKA Wednesday: Bad Manners

O SKA Wednesday de hoje traz uma banda que é um clássico da era Two Tone que fez bastante sucesso nos anos 80. O som fica por conta dos ingleses do Bad Manners!



Os Bad Manners iniciaram sua trajetória em 1976, quando os membros do grupo estudavam juntos na Woodberry Down School. Em 1980, a banda assinou contrato com o selo Magnet Records e a partir daí, tornou-se presença constante em programas de grande audiência na televisão britânica. Apareceram também no The British Music Awards, importante premiação da música inglesa. Dizem por aí, que "um dos motivos que deram notoriedade ao Bad Manners era o estranho vocalista careca e de língua enorme", Buster Bloodvessel.



Os dois primeiros álbuns da banda foram lançados em 1980, "Ska 'n' B" e "Loonee Tunes!", e alcançaram uma boa vendagem no Reino Unido, além de abrirem caminho para o disco mais famoso dos Bad Manners, "Gosh It's... Bad Manners", que veio a público em 1981. O último trabalho pela Magnet Records foi "Forging Ahead" (1982). Esse período de trabalho com a gravadora foi o mais produtivo para o grupo, pois foi nessa época que saíram as músicas de maior sucesso, como 'Lip Up Fatty', 'Can Can', 'Special Brew' e 'My Girl Lollipop', versão do clássico 'My Boy Lollipop', que ficou conhecida na voz da cantora Millie Small.



Fora de sua gravadora original, a banda registrou mais 5 discos, cada um por um selo diferente: "Mental Note" (1985) pela Portrait, "Return of the Ugly" (1989) pela Blue Beat, "Fat Sound" (1992) pela Pork Pie, "Heavy Petting" (1997) pela Moon e "Stupidity" (2003) pelo selo Bad.



Vale lembrar que o Bad Manners também fez parte do documentário "Dance Craze" (1982), que contava ainda com as bandas The Selecter, Madness, The Beat e The Body Snatchers. A banda continua fazendo shows pelo mundo e em dezembro do ano passado fez uma turnê pela Inglaterra, que se estendeu até janeiro de 2012 com shows na Austrália e Nova Zelândia.



Conheça mais o som dos Bad Manners baixando a discografia que disponibilizamos logo abaixo. Enjoy!

Ska 'n' B (1980)
Loonee Tunes! (1980)
Gosh It's... Bad Manners (1981)
Forging Ahead (1982)
Mental Notes (1985)
Return of the Ugly (1989)
Fat Sound (1992)
Heavy Petting (1997)
Stupidity (2003)

quarta-feira, 21 de março de 2012

SKA Wednesday: Desmond Dekker

Senhoras e senhores, leitores do MUNC CREW, hoje nosso blog vem com mais um artista jamaicano, o primeiro a ser considerado uma lenda do reggae, trata-de do cantor e compositor Desmond Dekker!


Nascido em 1941, Desmond Adolphus Dacres perdeu os pais ainda adolescente e começou a trabalhar cedo. E foi em seu emprego de soldador que ele foi encorajado a cantar e chegou a participar de audições em alguns selos em 1961, sendo contratado por Derick Morgan do selo Leslie Kong. A primeira gravação ocorreu em 1963 e a música escolhida foi 'Honour Your Father and Mother', que tornou-se um sucesso na Jamaica e precedeu o hit 'Kings of Ska', faixa que contou com a participação dos The Maytals nos backing vocais.



Desmond Dekker foi um dos pioneiros do skinhead reggae e virou ícone dos rude boys após o lançamento do hit '007 (Shanty Town)'. Nos anos 80, Dekker assinou com o selo punk Stiff Records (1980 a 1983), com o qual lançou dois álbuns, e posteriormente com a Trojan Records, que relançou muitos álbuns de sua carreira, além de várias compilações. Junto com o The Aces ou The Four Aces, sua banda de apoio por alguns anos, foram ao todo 10 discos de estúdio e mais de 20 compilações e relançamentos.



Em 1993, Desmond Dekker gravou junto com The Specials o álbum "King of Ska", unindo o ska roots jamaicano e o ska 2-Tone britânico, dando uma sonoridade diferenciada aos estilos. Vale comentar que outros artistas fizeram citações a Desmond em suas músicas, como os Beatles em 'Ob-La-Di, Ob-La-Da', Rancid em 'Roots Radicals' e Frank Black em 'Parry the Wind High Low'. Madness, tradicional banda 2-Tone, também lembrou-se de Dekker, fazendo sua versão para 'Israelites', no álbum "The Dangermen Sessions Vol. 1", de 2005.



O último registro lançado por Dekker foi o disco "Halfway to Paradise" (1999). Ao longo dos anos ele continuou com as apresentações ao vivo, principalmente na Europa. Em maio de 2006, o cantor sofreu um ataque cardíaco e faleceu em sua casa em Surrey, na Inglaterra.



Disponibilizamos alguns álbuns para download de Desmond Dekker, o cara que sempre será uma lenda!

Action! (1968)
This is Desmond Dekkar (1969)
Israelites (1969)
Intensified (1970)
Desmond Dekker and The Specials - Kings of Ska (1993)
The Writing On the Wall (1998)


Acesse: www.desmonddekker.com

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